ENTREVISTA: Verzache conversa sobre seu novo álbum

Por: Gustavo Ferreira Para um artista que iniciou sua carreira de forma despretensiosa, fazendo música em […]

Por em 12 de janeiro de 2021

Por: Gustavo Ferreira

Para um artista que iniciou sua carreira de forma despretensiosa, fazendo música em projetos de escola, o cantor Verzache está dando um grande passo em sua trajetória artística: o lançamento de seu segundo álbum. O sucessor de Thought Pool, seu primeiro projeto, tem uma estética bem característica e, com o lançamento de 3 singles, o público já teve uma prévia de como o este novo disco vai soar! Vem conferir nossa entrevista com o Verzache:

TRACK: Você já lançou três faixas do próximo álbum. Além dessas músicas, o que pode nos contar sobre esse projeto?
Ele será muito intenso. Mostrará o melhor dos meus melhores momentos, mas também o pior dos meus piores momentos. Sonoramente, será muito diverso e experimental.

TRACK: O laranja está sendo muito utilizado em tudo relacionado a este disco. Qual a motivação pela escolha desta cor?
É uma das minhas cores favoritas. Especialmente aquele tom de laranja que uso, que é quase um vermelho. Acho que a cor funciona bastante com o que o álbum propõe.

TRACK: Este novo projeto vai soar completamente diferente de seu disco de estreia, ou podemos dizer que seria uma evolução do Thought Pool?
Será bem diferente. Muito diferente mesmo. Há algumas músicas que as pessoas podem encontrar certa semelhança em relação às musicas antigas, mas, no geral, estou experimentando várias coisas novas!

TRACK: Você é muito comprometido em escrever todas as suas músicas. Como seu processo de composição acontece?
Quando eu escrevi Thought Pool, e até mesmo minhas músicas mais antigas, eu tinha um processo bem diferente. Começava a criar as músicas pelo computador, com as batidas. Para as músicas do novo disco, comecei com o violão e pelas letras. Mas, no geral, é bem libertador, tranquilo e natural. O objetivo é por tudo pra fora em forma de música.

TRACK: Quando você começou a lançar música, não costumava cantar, apenas produzir. Como foi mostrar esse seu lado cantor para o público?
Definitivamente difícil! No começo, eu estava muito inseguro para cantar nas músicas, afinal, eu era o produtor, não cantor. Foi um processo engraçado, eu diria, mas hoje adoro cantar e estou muito confortável mostrando minha voz.

TRACK: Também notamos que você não costuma lançar muitas parcerias musicais. Isso é algo que você vai manter no disco?
Para esse álbum sim. Não há parcerias na tracklist. Mas para o futuro, não! Estou trabalhando em algumas colaborações e elas serão lançadas em breve. Estou trabalhando com mais pessoas agora.

TRACK: Ainda não aconteceu de você lançar um clipe musical para um dos seus singles. Podemos esperar um clipe para uma de suas futuras músicas?
Estou planejando isto! Inclusive, já tenho alguns gravados. Tem sido bem legal e diferente, é como dar uma nova vida às músicas, e eu, definitivamente, estarei focando mais nisso em 2021.

TRACK: Olhando sua playlist do Spotify, conseguimos ver ótimas bandas por lá! Quais são seus artistas favoritos?
James Blake é definitivamente um dos meus favoritos. Tenho um gosto muito diverso e gosto muito de várias áreas da música. Mas naquela playlist, você vai, realmente, achar várias inspirações e artistas que amo.


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