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“The Dawn is Coming”, do The Weeknd, e outros 3 álbuns sequenciais

Foto: Divulgação

Muito se tem especulado sobre o próximo disco do The Weeknd, que alguns estão chamando de “The Dawn is Coming“. Segundo algumas pistas dadas pelo cantor, o novo trabalho poderá ser uma sequência direta do “After Hours” — e nós já estamos mega empolgados para ouvi-lo. Por isso, relembraremos alguns outros álbuns que também são sequenciais. 😉

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"The Dawn is Coming", do The Weeknd, e outros 3 álbuns sequenciais
Foto: Divulgação

Não sei se vocês têm acompanhado, mas há alguns dias o The Weeknd lançou seu novo single, “Take My Breath”, a primeira faixa inédita desde o lançamento do “After Hours”.

Prestes a disponibilizar a nova faixa, Abel divulgou um trecho dela nas redes sociais e intitulou o vídeo de “The Dawn Is Coming” (algo como “O Amanhecer Está Vindo”).

Conforme já ouvimos, a música tem um pegada dançante e claras raízes eletrônicas, que lembram a Era “Alive 2007” do Daft Punk, mas com uma melodia mais assustadora e repleta de ecos.

Embora novas músicas já fossem esperadas há algum tempo, a canção aterrissou após algumas dicas dadas pelo cantor americano. Abel também mudou seu visual para essa nova era: sua elegante gravata e sua longa jaqueta preta deram lugar ao couro, uma barba e um afro mais cheio.

As sutis pistas sobre o novo álbum

Durante uma entrevista à revista GQ americana, o artista chamou o novo projeto de “o álbum que eu sempre quis fazer”.

Em maio passado, contudo, o The Weeknd deu uma dica ligeiramente enigmática sobre como poderá ser seu próximo álbum, à revista Variety:

Se o último álbum foi depois da madrugada [referência a “After Hours”], então o amanhecer está chegando.

Merecidamente aclamado, o “After Hours” é um álbum sombrio, portanto sua declaração de que “o amanhecer está chegando” pode sugerir um próximo capítulo para a narrativa do álbum anterior, a qual ele também poderá expandir durante a turnê que foi adiada duas vezes devido à pandemia do novo Coronavírus (COVID-19).

Além disso, não é por acaso que o amanhecer foi a metáfora favorita de uma das maiores influências de Abel, o cantor Prince — que, inclusive, já foi mencionado em várias das canções do The Weeknd.

Fato é: cada um de seus álbuns representou uma dramática mudança em relação ao anterior e, baseado em seu mais novo lançamento, tudo indica que o próximo não será diferente.

Confira outros 3 álbuns que também são sequenciais

1. “Evermore” – Taylor Swift

O ano de 2020 foi extremamente positivo para Taylor Swift. Vindo diretamente do lançamento de seu álbum “Lover”, a cantora parecia no caminho certo para um ano típico… isso se o ano passado tivesse sido da forma como pensávamos.

Devido à pandemia do novo Coronavírus (COVID-19), todos os shows ao vivo ficaram impossibilitados de acontecer, deixando a cantora com bastante tempo livre.

O resultado desse “ócio” foi o lançamento surpresa do aclamado álbum “folklore”. Incrivelmente, poucos meses depois, Swift nos presenteou com mais um disco, o “evermore” — uma sequência espiritual, ou “álbum irmão” de trabalho antecessor.

Engana-se, contudo, quem pensa que o segundo álbum da quarentena é mais do mesmo. Embora ambos certamente andem juntos em seus estilos, Taylor buscou experimentar mais com a persona que se conectou durante o processo criativo.

“Simplesmente não conseguíamos parar de escrever músicas”, disse ela após o lançamento — e isso é certamente evidente na lista de músicas. As 17 faixas apresentam novas histórias de amor, relacionamentos rompidos, arrependimento, saudade e aceitação.

2. “Blue Lips” – Tove Lo

Apenas um ano após o lançamento de seu segundo álbum, “Lady Wood”, Tove Lo lançou sua prometida sequência para o álbum, intitulada “Blue Lips (lady wood phase II)”.

Tal como seu antecessor, o disco é dividido em dois capítulos diferentes, desta vez intitulados “Light Beams” e “Pitch Black”, completando a história de Lady Wood.

Sonoramente, o álbum continuou com suas pegadas sutis do eletro-pop — destaque para a música “shedontknowbutsheknows”, que pulsa e se desdobra de uma forma surpreendente.

Se o seu antecessor foi uma exploração aberta dos altos e baixos do amor, “Blue Lips” é uma explosão total antes da queda final.

Seu lead single, “Disco Tits” funciona bem como uma introdução ao enredo, onde Tove declara seus desejos em um belo redemoinho de sons e vocais de arrepiar.

É possível ver também o crescimento da honestidade pessoal da cantora, que passeia por seus pensamentos sobre romance, desejo, sexo e separações de forma bastante sincera — vale a pena ouvir a canção “Bitches”.

3. “The Electric Lady” – Janelle Monáe

Apresentando composições mais sólidas, três anos depois de lançar o “The ArchAndroid”, Janelle Monáe lançou o “The Electric Lady”.

Retornando à narrativa de sua ficção científica, esse trabalho é o capítulo seguinte da andróide alter-ego, Cindy Mayweather.

Trazendo o hip-hop de seu trabalho antecessor e elementos contemporâneos do R&B, a diversidade do “The Electric Lady” também foca, em sua maior parte, em raízes do soul.

Embora o diálogo entre os dois discos exista, o mais recente se sobressai como um álbum mais caloroso e confiante que o primeiro — quase como se a personagem desse os primeiros passos no primeiro trabalho e, neste, permitiu ser mais independente e mais segura.


E aí? Você é fã desses artistas? Quais outros álbuns sequenciais não mencionamos na matéria? Acompanhe e comente essa e outras notícias pelas nossas redes sociais.

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