31 de janeiro de 2020 por Marcus Gralha.

Depois de 4 anos, a cantora Meghan Trainor está de volta. Nesta sexta-feira (31), a norte-americana voltou aos holofotes do mundo da música com seu terceiro álbum de estúdio, “Treat Myself”.

Prometido para agosto de 2018, o álbum contou com sucessivos atrasos em sua produção. Durante seu último álbum e o lançamento de “Treat Myself”, Megan lançou alguns singles e o EP “The Love Train”, que tinha canções baseadas no relacionamento da cantora com o seu noivo.

Dentre os singles anteriormente lançados, alguns estão presentes no novo álbum, como é o caso de Wave”, No Excuses”, “Genetics” (com a participação do grupo The Pussycat Dolls), “Workin’ On It”, Evil Twin“, e “Blink”.

Algumas canções como “Let You Be Right” e “Can’t Dance“, inicialmente lançados como segundo e terceiro single do álbum, acabaram ficando de fora da versão padrão e deluxe. Na versão deluxe do álbum, foram incluídos os singles. “All the Ways” e “Treat Myself”.

“Treat Myself”: Os atrasos no lançamento

Em entrevista recente a Billboard, a cantora falou um pouco sobre o motivo de o álbum ter sido lançamento 1 ano e meio após o previsto. Meghan falou: “Eu escrevi músicas suficientes para quatro álbuns, porque estava me adaptando ao que acontecia na indústria musical. Entrei em um lugar sombrio no qual pensei ‘não sei como seguir todas essas regras”.

Segundo a cantora, ela admite, que não queria lançar o single “Let You Be Right”. “A gravadora, o empresário, todo meu time estava confiante nessa música. Os executivos das rádios diziam ‘é a única música que vai funcionar“. Pela primeira vez, Megan disse que cedeu as escolhas dos seus gestores. Entretanto, o single nem entrou na Billboard Hot 100.

Atualmente, o único objetivo da cantora é: “Conseguir o respeito de outros músicos, sem se importar se suas músicas vão tocar ou não nas rádios”. O novo trabalho de Meghan conta com participações de vários artistas e você pode conferir aqui:

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