#TrackBrazuca: Com influências de ANAVITÓRIA, conheça Carol Gibbon

Embalado por um ritmo tropical, Carol Gibbon, de 15 anos, entregou o seu coração no romântico single “Perto do Mar”.

Por em 3 de maio de 2021

Vamos conhecer mais um artista nacional no #TrackBrazuca dessa semana? Embalado por um ritmo tropical, a carioca Carol Gibbon, de 15 anos, entregou o seu coração no romântico single “Perto do Mar”. Com produção pop e acústica, a música é uma boa pedida para quem é fã do som da dupla ANAVITÓRIA e do trio Melim.

Produzida por Nilo Romero, a canção está disponível em todas as plataformas digitais e ganhou um videoclipe dirigido por Harley Alves (Manu Gavassi; Giulia Be). Gravado em Niterói, o vídeo complementa toda a leveza e sensibilidade que a composição transmite. Além de explorar toda a beleza natural e solar do Rio de Janeiro. Hoje o clipe conta com 10 mil visualizações no Youtube. “Foi um dia mágico. Estava muito nervosa, mas muito feliz”, lembra Carol. “Depois fiquei bem preocupada se meus amigos iriam me zoar, mas quando vi o resultado, relaxei”, conta Carol.

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Quem é Carol Gibbon?

Inspirada por sua irmã, Carol começou a ter aulas iniciação musical aos quatro anos, onde se apaixonou pelo piano e nunca mais largo. Além disso, a cantora é uma grande amante de musicais, e estrou no teatro com “O Mágico de Oz”, que a despertou ainda mais o seu desejo de seguir nesse caminho musical. “Eu sempre amei teatro musical, sentava na primeira fila das apresentações que ia. Comecei a estudar piano, adorava cantoras antigas, como Dalva de Oliveira, e aos poucos fui aprendendo outros instrumentos, como flauta, violão, guitarra e baixo”.

Foto: divulgação

A sua segunda paixão depois da música é o Cosplay, a arte de interpretar personagens de anime. Seu perfil Cosmos.cosplay no TikTok soma mais de 90 mil seguidores em apenas um ano. “Eu achava cosplay chato, mas quando descobri que tinha a ver com atuação e música, aí tudo mudou. Foi quando conheci o POV (Point of View), estilo de cosplay em que a gente pode interpretar, fazer o próprio roteiro. Porque sempre fui muito performática: Virar outra pessoa, botar peruca e se produzir era uma das partes que eu mais amava no teatro. Tem gente que não curte porque demora para se produzir, mas eu adoro esse processo”, concluiu a cantora.

E ai, o que acharam da dica dessa semana? Confira o single:

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