24 de agosto de 2019 por Giovana Bonfim Escudine.

Taylor Swift finalmente lançou o seu sétimo álbum “Lover” na sexta-feira, 23. Depois de muitas especulações, reviravoltas (alô, Katy Perry!) e posicionamentos, tudo foi revelado através de 18 faixas, sendo uma parceria com as Dixie Chicks e a já revelada com Brendon Urie.

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Como de costume em época de seus lançamentos os holofotes estarem todos virados para ela, com críticas, especulações e tudo mais sobre a mesma, dessa vez não foi diferente. Trazemos então nesse post tudo que aconteceu após o lançamento do “Lover”, como as teorias sobre quem seria música X, além de críticas e mais. Confira!

Críticas

Até o atual momento, a avaliação do “Lover” é boa. Sua média no site Metacritic, que reúne críticas dos mais importantes veículos, é 80 de 100. Foram 10 críticas positivas e 1 neutra. Veja o que alguns dizem e suas respectivas notas:

The New York Times: Nota 80. “‘Lover’, seu forte tranquilizador sétimo álbum de estúdio, é uma limpeza de paladar, uma recalibração e reafirmação de forças antigas. É um álbum transicional feito para encerrar um capítulo particularmente contundido e para sugerir formas de seguir em frente — ou, em alguns casos, voltar às coisas como elas eram antes”.

Rolling Stone: Nota 80. “‘Lover’ se encaixa mais como evolucionário do que como revolucionário. Mas, no entanto, parece uma epifania: livre e sem pressas, governado sem um conceito ou perspectiva, representa Swift no seu ponto mais livre”.

NME: Nota 80. “Com 18 faixas, ‘Lover’ é mais abrangente e ainda mais impecável que o seu crossover com o pop em 2014 ‘1989’. Mas ele vence, apesar de seus momentos mais desajeitados, porque as melodias de Swift são frequentemente deslumbrantes e suas letras amadas são, no final das contas, bastante tocantes.

The Guardian: Nota 60. “O grande problema com o ‘Lover’ é que ele é muito longo, com a suspeita de que Swift está tentando reafirmar sua dominação comercial através de apostas”.

Referências e teorias

Como todo álbum de Taylor Swift, não podia faltar as pessoas tentando adivinhar sobre quem é aquela música. Ou sobre que ou quem aquele trecho faz referência. Sem nenhuma confirmação da cantora nunca sobre tais especulações, elas já começaram a surgir.

Em “I Forgot That You Existed”, há duas teorias: ou ela seria sobre Calvin Harris, ou sobre Kanye West. Segundo o Vulture, o trecho “eu esqueci que você me mandou uma mensagem clara, que me ensinou algumas duras lições” faria referência a Calvin. Quando terminaram, Calvin jogou indireta no Twitter, dizendo que ela “precisava de alguém novo para tentar derrubar”.

Já para a revista Elle, ela seria para Kanye pois há letras sobre sua “reputação ficar cada vez pior”. E, de fato, sua reputação começou a ficar ruim logo depois de todo o escândalo com Kanye e Kim. Além do próprio “Reputation” ter saído dessa situação.

Ainda segundo o Vulture, o álbum ainda teria menções relacionadas até à Disney. Aos ex-acts Jonas Brothers e sua participação no filme de Hannah Montana.

Em “Cruel Summer”, Swift canta: “say that we’re just growing up in these trying times, we’re not trying”. ‘Trying times’ é parte de um dos álbuns dos JB, “Lines, Vines and Trying Times”. Que, inclusive, possui uma música para Taylor, a “Much Better”.

Em “Miss Americana & the Heartbrak Prince”, a cantora fala sobre se apaixonar em um set de filme. Ela esteve nas gravações do filme Hannah Montana, que teve como um de seus atores Lucas Till. Lucas também foi par de Taylor no clipe de “You Belong With Me”. Essa talvez seja a mais sem provas das teorias.

Entrevistas

Como forma de divulgação, Taylor apostou também no velho de método de aparições e entrevistas em programas. Os que se destacaram foram as aparições nas rádios SiriusXM e no programa de rádio de Elvis Duran.

No programa de Elvins Duran, Taylor falou sobre inúmeros assuntos, inclusive sobre seus gatos. Ela diz que os acha criatura mágicas, e aproveita para falar sobre o seu mais novo, Benjamin. Puxando o gancho, eles falaram sobre o musical “Cats”, em que ela também estará.

Eu tinha acabado de sair da turnê, minha performance ainda estava em alta. Você faz takes inteiros cantando as músicas ao vivo todas as vezes. Eles não gritam ‘corta’ no meio. Você está fazendo de novo e de novo, com várias coreografias com roupa de gato. Foi demais. Eu não trocaria essa experiência por nada“.

Sobre suas turnês, mais especificamente falando sobre a do “Reputation”, ela conta:

“Não tem como todo mundo conseguir um lugar na frente, então fizemos o melhor que podíamos como mover o palco, me movendo, me fazendo voar”.

Ela também fala sobre a canção “Cornelia Street”, dizendo que é sobre memórias que aconteceram naquela rua de Nova York.

Jack Antonoff foi mais uma vez um colaborador para o álbum, e, perguntas e respostas sobre ele não deixaram de serem feitas. “Ele é uma das pessoas mais incríveis para criar junto. Por conta de sua versatilidade. O jeito que ele criou e produziu ‘Look What You Made Me Do’ e então fizemos a música ‘Lover’ que não parece nada com ela. São mundos separados. Eu amo como ele é capaz de experimentar, mudar e não está preso em uma caixa. “

Pela SiriusXM, ela tocou e cantou ao vivo “The Archer”, “You Need to Calm Down” e “Daylight”. 

Sentimentos e músicas

Na rádio Sirius XM, a entrevista mais puxada para os sentimentos. Ela até deu um conselho para o seu eu antigo:

“Eu tratava a vida como se fosse um boletim, como se tivesse recebendo notas em todos os momentos de cada dia. E se eu tirasse menos que um A-, eu me sentiria bem sem valor. Eu ainda luto contra isso todos os dias. Mas o que eu diria é que a vida não é um boletim. Você não está sendo avaliado em todos os momentos. Peguem leve. Sejam gentis consigo mesmos”.

Quando perguntada o que diria à crianças crescendo no mundo atual, ela diz que é mais difícil do que quando era criança.

“Eu acho que as crianças estão enfrentando circunstâncias mais difíceis. O fato que o isolamento e a rejeição chegam no tempo real, eu não consigo começar a dar um conselho. Tudo que posso fazer é ter empatia e dizer ‘Eu te vejo, vejo suas lutas, sei como isso é difícil’. É mais difícil do que eu passei, então espere, eu não tenho ideia como vocês estão conseguindo”.

Sobre suas músicas, todas elas são bem sentimentais. Mas a cantora diz que “Soon You’ll Get Better” foi a mais difícil em todos os aspectos.

“É uma canção que não sei se conseguirei tocar ao vivo algum dia. É bem difícil pra mim. Foi difícil escrever. É difícil cantar. É difícil de escutar. Mas, as vezes, música é isso. Ás vezes não é sobre coisas que foram prazerosas de sentir”.

Taylor finaliza falando seus pensamentos gerais sobre o “Lover”. E eles são bem positivos.

“Tem sido uma felicidade, de verdade. Eu realmente acho que é o meu favorito. Amo demais esse álbum e estou muito feliz que vocês também amam. Tem sido dias bons. Eu estou me divertindo”.

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