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Lagum se destaca no Lollapalooza e comenta sobre último álbum

A banda contou ao Tracklist qual foi a emoção de subir no palco do Lollapalooza

Créditos: Camila Cara


Por Gabriel Haguiô e Silvana Sousa * – A banda Lagum abriu o último dia de shows no palco Budweiser, no Lollapalooza Brasil 2020. A apresentação deste domingo (27) foi embalada por grandes sucessos como “Veja Baby” e “Ninguém Me Ensinou”. A apresentação ainda contou com a participação de Emicida, que subiu ao palco para cantar a música “Descobridor”.

Estreantes no Lollapalooza Brasil, os integrantes do Lagum contaram com exclusividade ao Tracklist qual foi a sensação de abrir os shows do palco principal, em um dia de encerramento. “Pra gente foi muito surpreendente, porque o nosso show foi o primeiro do palco principal e a gente não esperava que teria tanta gente ou que receberíamos tanto carinho e energia como recebemos”, pontuou Pedro Calais, vocalista da banda.

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A respeito dos dois últimos álbuns lançados, Memórias (2021) e Coisas da Geração (2019), que trouxeram grande repercussão para o grupo, eles comentaram sobre como é lidar com o sucesso que os trabalhos trouxeram. “É o nosso terceiro álbum, né? É uma é muito difícil falar, mas eu acho que é de degrau em degrau. Costumo falar muito que banda grande não estoura, banda grande cresce, então acho que a gente tá seguindo muito por caminho de estar colhendo aos pouquinhos e trabalhando bastante todos os dias”, destacou o guitarrista Otávio Cardoso.

Lagum conta como é dividir o line up do Lollapalooza com nomes como Marina Sena e Jão

A banda de pop e reggae brasileira, que foi fundada em 2014, também compartilhou com o Tracklist a sensação de dividir o line up do Lollapalooza com outros grandes nomes da música brasileira atualmente, como Marina Sena e Jão.

“É uma honra muito grande porque mostra que a gente está inserido nesse mercado e tem um bom relacionamento, porém, muito mais que isso, mostra a nossa capacidade de não não ter barreiras quando o assunto é musical, sabe? Conseguimos ir um pouco para o pop, para o samba, um pouco para o trap. Ver essa galera na ativa, lutando, trazendo um público, dá uma sensação muito boa de renovação dos gêneros brasileiros e estar colando com essa galera é sempre uma honra”, disse o guitarrista Jorge.

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