A notícia de uma explosão ao final de uma apresentação de Ariana Grande em Manchester, na Inglaterra, pegou o mundo da música de surpresa na noite desta segunda-feira (22). E horas após o ocorrido, o grupo terrorista Estado Islâmico revindicou o atentado por meio de um comunicado oficial.

Na declaração divulgada, o ISIS afirma que “um soldado do califado plantou uma bomba em meio à multidão de cruzados na cidade inglesa de Manchester”. Até o momento da postagem desta notícia, a polícia local já havia confirmado 22 mortes e 59 feridos ao todo.

Leia o comunicado divulgado pelo Estado Islâmico na íntegra:

‘Aproximadamente 100 cruzados mortos e feridos por aparelhos explosivos detonados em Manchester’:

Com a graça e a ajuda de Alá, um soldado do califado plantou uma bomba em meio à multidão de cruzados na cidade inglesa de Manchester, em vingança pela religião de Alá, em uma tentativa de aterrorizar os mushrikin, e em resposta às suas transgressões contra as terras dos muçulmanos. Os aparelhos explosivos foram detonados na arena de shows sem vergonha, resultando na morte de 30 cruzados e em 70 outros feridos. E o que virá a seguir será ainda mais severo para os admiradores da cruz e seus aliados, com a permissão de Alá. E todas as orações à Alá, Deus da criação.”

Esse é o pior ataque no Reino Unido desde 2005, quando 52 pessoas morreram em um atentado terrorista no sistema de ônibus e de metrôs da cidade de Londres. A notícia pegou todos de surpresa, provocando diversas reações em meio à indústria fonográfica.

Horas após deixar o palco, Ariana Grande afirmou estar “quebrada e profundamente triste” através das redes sociais, além de cancelar os shows remanescentes da “Dangerous Woman Tour”, que passaria pelo Brasil entre junho e julho.

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