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Rihanna, Beyoncé e Taylor Swift: o porquê de serem as mulheres mais poderosas do mundo

Três mulheres com diferentes sonoridades e diversos trabalhos que as figuram como personalidades do ano. Rihanna, […]

Por em 10 de dezembro de 2020

Três mulheres com diferentes sonoridades e diversos trabalhos que as figuram como personalidades do ano. Rihanna, Beyoncé e Taylor Swift permanecem mais uma vez na lista das mulheres mais poderosas do mundo pela revista Forbes, sendo essas as únicas cantoras listadas.

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Fotos: Reprodução/Youtube

Rihanna: cantora, empresária e filantropa

Foto: Divulgação

De acordo com a sua brilhante jornada, a cantora de Barbados é hoje uma referência vista muito além da indústria musical. Da mesma forma com que trabalha em seus projetos artísticos, Rihanna hoje é símbolo de reinvenção reconhecida no mundo da beleza e da moda.

Visto sua revolução nos diversos mercados, a intérprete de Diamonds se mantém viva na memória do público a partir do seu trabalho fora da música, que desde seu último álbum de 2015, Anti, não é nutrido de novos projetos musicais.

A maior parte de sua fortuna é oriunda da Fenty Beauty, a marca de maquiagem que ela possui com o grupo de produtos de luxo LVMH. Desse modo, criando um império gigantesco que exala sua importância como personagem principal no domínio feminino de vários setores.

Além disso, o seu papel eficiente em trabalhos filantrópicos como a Fundação Clara Leonel, criada pela cantora e que doou US$ 5 milhões para a Organização Mundial de Saúde e outros grupos no combate ao Coronavírus foi ressaltado como crucial para se ter o 69º dedicado a ela.

Beyoncé: além da produção, muita representatividade

Um poço de talento e impacto artístico, Beyoncé por si só já é motivo para ser classificada como detentora de poder. Sendo esta dona de uma carreira longeva e triunfante, principalmente quando se refere a sua representatividade como mulher negra.

Seja como for, em suas produções audiovisuais como o Homecoming e Lemonade, Beyoncé prioriza contar a história dos seus ancestrais do local de fala que possui.

Em virtude disso, o papel de Nala no remake de O Rei Leão juntamente ao sucesso de Black is King, filme da cantora que narra uma saga da negritude vinculado às músicas do álbum The Gift, surpreendeu mais uma vez quem a esperava para uma próxima obra feita.

Foto: Reprodução/Youtube

Logo após isso, o trabalho executado distante do meio musical também é definido como excelência. Pois não apenas como uma perfeccionista, Beyoncé é uma artista que desenvolve projetos notórios de reconhecimento.

Em abril, a pop star anunciou uma nova parceria com a Adidas para relançar sua linha de roupas ativas da Ivy Park, lançamento esse que custou ao banco de dados da empresa um esgotamento de peças em 1 minuto, concretizando assim seu comando em todas as alas.

Portanto, quando eleita a 72ª mulher mais poderosa, a revista Forbes exclama esses atributos que a torna única e incomparável, atingindo um público que a exalta como ninguém.

Taylor Swift: ser excelente no country, pop e folk

Em 2006, quando surgiu com o seu primeiro álbum autointitulado Taylor Swift, o mundo não esperava que em pouco tempo sua essência doce e oriunda de suas raízes country poderia aflorar no público maiores expectativas para uma futura e grande artista.

Taylor, ao longo dos seus 14 anos de carreira, ultrapassou gêneros musicais e obteve êxito em sua gigante plataforma para conscientizar e refletir diante seus admiradores sobre o cenário político e social que a sociedade vive. Isto é, em suas letras e convictas falas de protestos.

Afinal, em uma ligação direta com seus fãs e o talento de se envolver por inteira em suas produções, principalmente quando se trata das composições e dos projetos visuais, Swift acabou por registrar sua marca de autenticidade.

Logo, levando em conta tais essências, a Forbes aplaude Taylor Swift por utilizar “sua fama para encorajar a ação política”, além de pedir aos seus fãs que apoiassem o Equality Act com seu single de 2019 “You Need To Calm Down”.

Bem como, o feito do álbum “Lover” em 2019, o primeiro em seu novo contrato com a Universal’s Republic Records.

Ademais, a revista também pontuou seus últimos lançamentos como conquistas que reiteram sua presença na posição #82 do ranking. Pois, de fato, com o anúncio do seu álbum surpresa, Folklore, escrito e produzido inteiramente na quarentena e o resultado na venda de 1 milhão de unidades, só reafirmou o poder de Taylor na indústria musical.

imagem promocional folklore taylor swift
Foto: Divulgação

Assim, em meio a tantos feitos realizados no ano de 2020, é fácil compreender a posição obtida pelas artistas, porém, devemos salientar que a contemplação diante o poder de cada uma delas é fruto de um árduo e enriquecedor trabalho que anos de carreiras as sustentam como ícones.

Veja a lista completa:

As mulheres mais poderosas do mundo


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