Planeta Brasil: Fora do eixo RJ-SP também existe um grande festival de música

A fila de ônibus e vans estacionados nas avenidas no entorno do estádio do Mineirão, em […]

Por em 30 de janeiro de 2018

A fila de ônibus e vans estacionados nas avenidas no entorno do estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, já anunciava que algo grande acontecia ali no último sábado (27).

As placas dos veículos – do triângulo mineiro, sul do Minas, região metropolitana – mostravam que o evento atraiu pessoas de diferentes regiões do estado, tamanha a sua dimensão.

O que reuniu tanta gente foi o Festival Planeta Brasil. Em sua sétima edição, o evento trouxe para Belo Horizonte um line-up e estruturas impecáveis para os fãs de música.

Em um dos palcos principais do evento, o “Palco Sul”, se apresentaram 1Kilo, Maneva & Tati Portella, Oriente & Iza, Anavitória, Gabriel O Pensador e a parceria inédita Criolo Mano Brown.

Já no outro palco principal, o “Palco Norte”, as atrações foram Mayer Hawthorne, Beautiful Girls, Soja, O Rappa, Phoenix e Vintage Culture.

Para ir de um palco ao outro, o evento contou com tuk-tuks, uma espécie de triciclo motorizado, para transportar o público. Afinal, a chuva armou, não caiu e o sol voltou a rachar. De qualquer forma, havia alguns lounges distribuídos pela pista para refúgio e descanso do público.

O Locals Only Stage, o menor dos palcos, reuniu DV Tribo, Zimun, Orquestra Atípica de Lhamas, Graveola, Lagum & Gabriel Gonti, Gabriel Elias & Mariana Nolasco.

Perto do How Deep Stage, em que se apresentaram Guido, Ricci, Lothief, Dirty Loud, KVSH, Manimal (do qual faz parte Junior, da ex-dupla Sandy & Junior), Cat Dealers, FTampa, Devochka e Chapeleiro, foi instalado um tobogã e também outros brinquedos, trazendo um ar de parque de diversões para o Planeta Brasil.

O Planeta Brasil também prezou pela valorização da arte. O festival, que foi do meio-dia à meia-noite com shows pontuais, contou com diversas performances artísticas e circenses feitas ao vivo.

Difícil eleger qual foi o melhor show. Era preciso correr de um lado para o outro para acompanhar todas as atrações. O choque de horários, aliás, foi bastante criticado quando a programação foi liberada na quinta-feira anterior ao evento.

Mas o show d’O Rappa parece ter sido unanimidade na lista dos melhores. A banda liderada por Marcelo Falcão fez sua última apresentação na capital mineira antes da pausa por tempo indeterminado.

O estudante Paulo Luís, de 27 anos, saiu da cidade de Araguari, no Triângulo Mineiro, para ir ao Planeta Brasil pela primeira vez.

“Achei muito bom o Festival. O show do Gabriel O Pensador foi o melhor, desde criança queria vê-lo. Do Rappa e do Soja também foram muito bons. A estrutura, no geral, estava boa”, resumiu.

Os mineiros que não podem se deslocar para São Paulo – para assistir ao João Rock ou ao Lollapalooza – ou para o Rio de Janeiro – onde acontece o Rock In Rio – já têm um festival bem “pertim” e “bão” para chamar de seu.

Confira abaixo um trecho gravado pelo Tracklist do showzaço da IZA, com a participação do Marcelo Falcão:


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