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Djonga sobre decisão do TSE no Lollapalooza: “Gosto de desobedecer”

Conhecido por suas críticas ao sistema, ele não deixou de alfinetar o presidente Bolsonaro

Djonga Lollapalooza
Créditos: Isabella Zeminian

Por Clara Tavares, Gabriel Haguiô e Silvana Sousa Djonga entregou uma performance incendiária neste último dia de apresentações do Lollapalooza 2022, que acontece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Conhecido por suas críticas ao sistema, ele fez um show marcado por manifestações políticas contra o atual presidente, Jair Bolsonaro.

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O espetáculo começou animado e os dançarinos entregaram um show à parte. Mesmo com pouca chuva, o público vibrou com os principais sucessos dos álbuns “Histórias da Minha Área”, de 2020, e “Ladrão”, de 2019.

Do álbum “O Menino que Queria ser Deus”, de 2018, o rapper cantou “Junho de 94” e “Ufa”, animando a galera.

O artista se emocionou no meio do show, quando cantou “Bença”, em homenagem a sua avó. Quando cantou “Gelo”, convidou FBC para o palco e falou sobre a amizade que tinham. Além disso, comemorou o sucesso do álbum do amigo, “Baile”, puxando um coro de “Se tá Solteira”.

Ao final do show, cantou “Olho de Tigre” entoando “Fogo nos racistas” enquanto seus fãs organizavam um mosh pit. Para não ficar de fora, Djonga foi até a plateia e participou da rodinha punk. Veja:

Djonga faz críticas políticas em show no Lollapalooza

Sob os coros da plateia de “Fora Bolsonaro”, Djonga se pronunciou: “Não pode falar. Já que não pode, vamos falar, porque eu gosto de desobedecer”, disse.

Em seguida, ele complementou seu posicionamento afirmando que o presidente era “fraquíssimo”. “Eu odeio o Bolsonaro, quem gosta é problema seu”, pontuou.

O rapper ainda disse que o xingaria 22 vezes durante a apresentação, para comemorar 2022.

Veja o momento:

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