Após a Justiça condenar Diddy em duas acusações de transporte para fins de prostituição, o...

Após a Justiça condenar Diddy em duas acusações de transporte para fins de prostituição, o juiz do caso negou fiança ao rapper, e ele continuará preso enquanto aguarda a sentença em seu julgamento.
A sessão aconteceu horas após o veredito do julgamento, nesta quarta-feira (2).
As penas dos crimes pelos quais Diddy foi condenado ainda não foram definidas, mas podem chegar a 20 anos de prisão. O juiz definiu uma data de sentença para o dia 3 de outubro, mas afirmou que a defesa pode pedir antecipação da audiência.
Vale lembrar que o produtor foi absolvido de três acusações mais graves: duas por tráfico sexual e uma acusação de extorsão.
Depois que o júri revelou o veredicto no início da manhã desta quarta-feira, o advogado de Combs, Marc Agnifilo, disse ao juiz que ele “deveria ser liberado em condições apropriadas” já hoje. A promotoria rebateu o pedido, afirmando que representava um “risco real” deixá-lo andar livre.
Sendo assim, ele pediu para que a defesa e acusação enviassem cartas com suas propostas, afirmando que decidirá pela soltura ou não após ler as argumentações.
Nas cartas, a equipe jurídica de Combs propôs um pacote de fiança, incluindo um título de US$ 1 milhão; restrições de viagem para certas áreas da Flórida, Califórnia e Nova York ou Nova Jersey; entrega de seu passaporte; e testes de drogas.
No entanto, o pedido foi negado. Ao negar a fiança, o juiz diz que Combs demonstrou “desrespeito pelo Estado de direito e propensão à violência”.
“No julgamento, a defesa confessou a violência do réu em relacionamentos pessoais ao dizer ‘aconteceu’ em relação à Cassie Ventura e Jane”, afirmou.
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Combs foi preso no hotel Park Hyatt, na Rua 57, em Nova York, na noite do dia 16 de setembro de 2024.
Em sua casa, a polícia encontrou diversos suprimentos como narcóticos, óleo de bebê e lubrificante. O último item era usado nas festas que o empresário organizava na residência, localizada em uma ilha de Miami.
Segundo a promotoria, o rapper captava profissionais do sexo de diferentes partes dos Estados Unidos para trabalharem em suas famosas “festas do branco”.
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