Festival Path contará com Gabi Amarantos, Xênia França e Inky Duarte

Inspirado no modelo do festival South By Sout West que aconteceu mês passado em Austin,...

Renan CollierNotícias15 de abril de 2015

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Inspirado no modelo do festival South By Sout West que aconteceu mês passado em Austin, Texas, o Festival Path trará este ano artistas de peso para o line up musical

Dentre as atrações musicais estão listadas Gaby Amarantos, Inky, Xênia França, Holger, Lurdez da Luz, Saulo Duarte e a Unidade, Tássia Reis, Thiago França e Duda Brack.

O evento contará ainda com palestras ministradas por profissionais de diferentes ramos do mundo criativo brasileiro incluindo representantes do Spotify (Gustavo Diament), Viacom (Jimmy Leroy) além de Gilberto Dimenstein (Catraca Livre), Marcelo Rosenbaum (arquiteto), Arthur Veríssimo (Revista Trip), Lorrana Scarpioni (Bliive) entre muitos outros que você pode conferir aqui.

O festival contará também com a exibição de filmes no Instituto Tomie Ohtake e uma feira Gastronômica. São 8 filmes, 10 Food Trucks, 107 palestras, 21 atrações musicais e até 17 atividades acontecendo simultaneamente.

Tudo isso acontece nos dias 25 e 26 de abril no Centro de Convenções Tomie Ohtake, Museu A CASA, Estúdio, Praça dos Omaguás, Casa 92 e Fnac. Todos os locais são próximos por isso a locomoção pode ser feita à pé.

Os ingressos podem ser adquiridos no site do evento em 3 pacotes diferentes:

Ingresso Completo: Palestras + Shows + Filmes + Gastronomia + Festa
Lote 1 – R$ 249,00
Lote 2 – R$ 324,00
Lote 3 – R$ 421,00

Ingresso Palestras: Palestras + Filmes + Gastronomia + Festa
Lote 1 – R$ 199,00
Lote 2 – R$ 259,00
Lote 3 – R$ 336,00

Ingresso Shows: Shows + Filmes + Gastronomia + Festa
Lote 1 – R$ 99,00
Lote 2 – R$ 129,00
Lote 3 – R$ 167,00

*Os preços acima já contemplam tanto o desconto da meia-entrada quanto o desconto promocional oferecido a quem levar 1 kg de alimentos não perecíveis ou 1 agasalho.

Confira o que rolou ano passado e fique ligado para mais informações.

One Comment

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  • Rafael Daibs Silvaston

    30 de abril de 2015 / at 18:50 Responder

    Meu textão pra quem nao tem preguiça da vida!…
    Passados 3 dias depois que estive no Festival Path deu vontade de escrever algumas impressões marcantes e considerações que tive a respeito das palestras que assisti e escutei sobre tecnologia, inovação, empreendedorismo, cultura, arte, conhecimento e educação.
    Ter participado do Festival Path pela primeira vez me ajudou a refinar algumas coisas que acredito e que gostaria de ver acontecendo com mais frequência a respeito da nossa interação com as coisas do mundo! Principalmente com a nossa relação com a tecnologia, com o trabalho, família, amigos e com todo esse anseio que temos pelo novo, mesmo antes de conhecermos bem o “velho” e fundamental. É, o negócio é bem por ae!
    A tecnologia e a inovação foram pano de fundo para a maioria das palestras do festival, e de onde eu vejo, UMA DAS COISAS MAIS BACANAS que a tecnologia pode oferecer a partir das infinitas possibilidades que ela nos permite, é que temos atualmente uma ótima e ampla oportunidade de olharmos de um “jeitão” mais divertido pra gente mesmo, pros nossos “eus”, quando, por exemplo, olhamos nesse espelhão gigante e cheios de recursos (apesar dos parâmetros) como a internet, as plataformas de redes sociais, as comunidades online, o digital em si e os rastros que deixamos por ai durante nossas interações nesses ambientes e com todas as tecnologias. Afinal, somos aquilo que compartilhamos e que consumimos antes mesmo da internet existir. Com ela, a gente só ampliou a percepção e, naturalmente, alguns dos nossos comportamentos genuínos.
    Cada vez mais temos quase tudo a nossa disposição e o tempo todo. É quase como se pudéssemos acessar o ontem, o hoje e até os eventos futuros do amanhã, a qualquer momento, de qualquer lugar, mesmo que nem todos tenham acesso aos mesmos recursos tecnológicos (não vai demorar para isso acontecer). Ta todo mundo conectado! Nossos pais, nossos avós, nossos amigos…e lógico, isso tem impactos positivos e negativos, mas, como já bem dizia o genial Marshall McLuhan, “Os homens criam as ferramentas, as ferramentas recriam os homens”. O melhor que podemos fazer é descobrimos juntos pra onde vamos levar tudo isso antes que tudo isso nos leve!
    Acho muito bacana esse negócio de podermos olhar pra gente mesmo e nos reconhecermos a partir das nossas experiências com a tecnologia, porque com frequência, percebo que a dor da fricção que a maioria das pessoas sentem (inclusive eu) quando tentam buscar seus verdadeiros desejos, se encontrar enquanto gente, pode machucar muito menos se aprenderem a se “escutar” pela via que a tecnologia oferece como possibilidade de nos reconectarmos com o nosso velho e coletivo “eu”. Pessoas se relacionamento, trocando informações e acessando conteúdos como nunca antes aconteceu, como uma grande conversa, pode ser um enorme aprendizado para a humanidade. Mas para que isso aconteça, antes, é importante pararmos e nos acalmarmos para a vida. É preciso pausa, silêncio interior e empatia.
    Quem me conhece sabe o quanto eu curto o que eu faço enquanto publicitário, professor, consultor e empreendedor (sim, cada vez mais tenho empreendido e aprendido) e por isso também os temas do festival Path foram tão interessantes para mim, embora o festival e todo o seu conteúdo tenha ido muito além da sua proposta temática. A cada palestra, não importava o tema, do “lugar” onde escutei, a mensagem era clara e única…foi um convite para OLHARMOS PARA NOSSA ESSÊNCIA antes de pensarmos em realizar mais coisas com as tecnologias, antes de pensar em inovação, antes de empreender para preencher espaços que muitas vezes queremos criar apenas para depois termos o que preencher novamente. Foi um convite para olharmos para nossa relação com o todo não tecnológico, para nos atentarmos à presença humana, porque precisamos estar no centro das coisas e não em torno da tecnologia e do que temos produzindo a partir dela.
    O Path me ajudou a sacar o quanto é importante pausar e olhar o valor das coisas, dos sujeitos que dividem o mesmo espaço com a gente ao invés de colocar o urgência antes das necessidades reais. E só depois disso, tentar entender como as demais coisas podem refletir positivamente na minha vida profissional. Temos tido a chance de perceber cada vez mais o contexto do outro. Mesmo que fazer isso não dependa exclusivamente tecnologia.
    Minha consideração final é de que o silêncio, a pausa, são tão necessárias em nossas vidas que é capaz de tirar de nós o sentimento de previsibilidade que temos a respeito de tudo e que nos faz muito mal. Temos que deixar de ser obcecados por tudo, por se preencher o tempo todo, por não darmos tanta atenção para o nosso entorno, por não nos permitimos ficarmos sozinhos (zap zap like like post post) e por não nos darmos a chance de reconhecer que somos falhos. Só assim saberemos o que buscamos enquanto queremos ou o que queremos enquanto buscamos.

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