Com o lançamento de "Viver de Carinho" na última quinta-feira (15), OUTROEU inicia uma nova...

Com o lançamento de “Viver de Carinho” na última quinta-feira (15), OUTROEU inicia uma nova fase ao preparar o terreno para o seu quarto álbum, intitulado “QUARTO“, que chega em um momento de mais liberdade para a dupla, que se tornou artista independente. Em entrevista ao Tracklist, Mike Tulio e Guto Oliveira divide reflexões sobre a nova era musical e seus próximos passos.
Composto e produzido pelo duo, a faixa carro-chefe do quarto álbum da dupla contou com a participação de Flavio Senna, responsável pela engenharia de áudio, captação e mixagem do novo álbum.
Nesta etapa, Tulio e Oliveira explorarão um lado mais afiado e intenso em suas músicas do novo álbum da dupla, que será lançado em breve.
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O que motivou vocês a produzir “Viver de Carinho”?
Acho que foi a própria canção mesmo. Essa é uma daquelas ideias que ficam vagando, e a gente, toda vez que toca, fica querendo lançar. Então ela mesma acabou sendo a motivação pra gente finalizar.
O álbum se chama “QUARTO”. Como ele traduz o momento pessoal e artístico que vocês estão vivendo agora?
É o começo de um ciclo mais sólido pra gente, em termos de trabalho. Estamos literalmente de frente pra tudo no tocante à nossa carreira, e isso tem sido muito importante pra forma como as coisas vão sair daqui pra frente. É um momento mais sobre o que é a essência da OUTROEU.
Vocês falam sobre serem artistas independentes. O que isso significa no trabalho de vocês?
Em termos de trabalho, funciona quase da mesma forma, com as mesmas demandas. O que muda é mais a nossa presença muito maior em todas as pontas do trabalho — o que tem sido ótimo. Dessa vez, nós produzimos o álbum e estamos andando com as nossas próprias pernas. Isso, pra nós, é um privilégio.
Como essa liberdade, após deixar a gravadora, impactou o processo de composição e produção do novo álbum?
Na verdade, nós aprendemos a voar mais alto no período em que estivemos em gravadora, em termos de algumas assertividades e alguns olhares importantes. Foi um período ótimo pra gente, pelo proveito que tiramos das parcerias. Acho que fazer música fora desse contexto nos deu um senso de responsabilidade maior — de entender qual é a régua que é a nossa. Mas veio da vontade gigante de se imprimir uma visão também. Uma visão que dá pra ser sentida desde o início no nosso primeiro álbum, e que agora estamos aprofundando mais.
O novo álbum segue a linha de “Viver de Carinho” ou podemos encontrar outras sonoridades?
Segue, mas com diferenças entre as canções. Mas todas numa paleta parecida.De uma estreia no programa “Superstar” a uma turnê com o Imagine Dragons.
De uma estreia no programa “Superstar” a uma turnê com o Imagine Dragons. O que mais mudou em vocês desde aquele primeiro grande palco?
Mudou tudo. A música foi muito grata com a gente e nos permitiu dar esses próximos passos. Foram muitas conquistas pessoais e da carreira da banda: os feats, as composições gravadas por alguns ídolos, as músicas em trilhas de novelas, série infantil, filmes, os vídeos enviados pra gente de muitas crianças cantando as nossas músicas em escolas e até orquestra… E momentos lindos que ficam na cabeça pra sempre, como os Imagine Dragons — que foi demais da conta. Então mudou muito. Foi nossa chance de mergulhar na música — e que bom que foi bem aproveitada.
O que podemos esperar de vocês nessa nova era?
Acho que um trabalho mais afiado e mais intenso. Músicas que estamos realmente apaixonados pra lançar, mais shows, mais OUTROEU.
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