A banda australiana Last Dinosaurs se prepara para seu primeiro show no Brasil, que ocorre...

A banda australiana Last Dinosaurs se prepara para seu primeiro show no Brasil, que ocorre nesta sexta-feira (4)! Formado pelos irmãos Lachlan e Sean Caskey, junto com Michael Sloane, o trio irá se apresentar no Jai Club, na cidade de São Paulo.
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Além de cumprir agenda pela atual turnê latino-americana, o grupo tem divulgado algumas novidades musicais. Em março, os artistas lançaram o EP “Yumeno Garden (Alternate Versions)”, que traz faixas queridas por fãs em novas roupagens – agora em colaboração com artistas da América Latina e do Sudeste Asiático.
Além disso, no último ano, a banda liberou o álbum de estúdio “KYORYU”, que apresenta canções como “Keys To Your Civic” e “Elton”. Em entrevista recente ao Tracklist, o integrante Michael Sloane falou sobre o primeiro show do grupo no Brasil, os recentes lançamentos e mais. Confira abaixo!
“Nós esperamos que a energia da plateia seja a mesma da pequena quantidade da América do Norte hispânica que experimentamos no México. E acho que vai ser, a julgar por alguns dos comentários e algumas coisas que vimos dos fãs no Instagram e em outras redes sociais. Estamos torcendo pelo melhor. Acho que vai ser um show de alta energia”.
“Claro! Bem, é um pouco de cada álbum, honestamente. Nós temos muito de ‘Yumeno [Garden]’ nele, o que aconteceu naturalmente, porque sentimos que algumas dessas músicas não foram tocadas há um tempo, e muitas pessoas se conectam muito bem com ‘Yumeno Garden’. E, claro, temos muita coisa do primeiro álbum, ‘In A Million Years’. Músicas como ‘Zoom’, e algumas outras que não são tão populares, mas que realmente queremos tocar. E temos muita coisa do novo álbum, ‘KYORYU’, que também não tivemos a chance de tocar muito. Então tentamos definir tudo para tentar fazer a energia fluir para cima e para baixo. E então nós temos… se a audiência quiser um encore, temos algumas favoritas dos fãs em ‘Wellness’, que as pessoas realmente parecem gostar. Então deve ser divertido”.
“Tem sido ótimo. Nós finalizamos nossa turnê pelos EUA há cerca de uma semana; na verdade, há pouco menos de uma semana. Então passamos alguns dias e tocamos na Cidade do México para a maior plateia que já tocamos por lá. E foi incrível. Tipo, não há outra maneira de descrever. Desde que nós fomos para o México em 2019, tem sido um sonho tocar para um público tão entusiasmado assim. Então, vou apenas presumir e esperar que toda a América Latina tenha esse mesmo tipo de energia para nos ver ao vivo”.
“Nós estávamos falando sobre ‘Yumeno Garden’, porque precisávamos de uma reedição do vinil. Nós íamos fabricar os discos de vinil novamente, porque estavam esgotados, e as pessoas o queriam como um item de colecionador. Então pensamos no que poderíamos fazer para torná-lo um pouco mais especial do que apenas fabricá-los novamente com a mesma arte. Pensamos: ‘Mudamos a arte ou mudamos as músicas de alguma forma?’ Mas não queríamos gravá-las de novo ou algo assim. E então pensamos que poderia ser legal adicionar alguns artistas. Acho que tudo começou com uma conversa com Grrrl Gang, da Indonésia, que fez uma das músicas”.
“E foi uma ideia, tipo, ‘Nós vamos para a Ásia, vamos para a América do Sul, e com sorte há muito amor por lá. Então talvez eles queiram dar um toque especial e apenas fazer uma pequena regravação sem mudar totalmente a vibe das músicas’. E acabou dando certo. Nossa gravadora também apoiou isso, e ajudaram a nos conectar com outras bandas – algumas da gravadora, outras não”.
“Espera, vou olhar isso agora. Talvez a versão de ‘Sense’ por Oh, Flamingo! está no topo, provavelmente. Eles são uma banda filipina; e nós os trouxemos para o palco para tocar com a gente e foi realmente incrível. Muitas harmonias legais ali. E, sim, ela experimentou muito com os vocais e com os instrumentos. Mas todas são incríveis. Só que essa se destaca para mim porque, quando a tocamos no ao vivo, ela estava fazendo todas as harmonias ao longo da música, então foi bem legal”.
“Para ser sincero, acho que sempre estamos pensando em músicas novas. Para gravá-las, geralmente esperamos até depois das turnês, porque sempre há muita coisa acontecendo. Mas eu acho que essa é a beleza de estar na estrada. Já se passaram oito semanas desde que começamos a turnê, então tem uma beleza nisso – você vai para casa, respira por algumas semanas ou talvez apenas uma semana, e então começa a fermentar novas ideias para músicas e coisas assim. Acho que sempre existem músicas que estão sendo trabalhadas nos bastidores”.
“Os irmãos são os principais na composição. Eles vão para casa, fazem as produções no quarto, e então reunimos tudo no estúdio, como uma banda; e vemos o que funciona e o que podemos mudar. Então, definitivamente, o objetivo é fazer novas músicas o mais rápido possível, mas você também não quer apressar o processo”.
“Bem, muito obrigada por nos receber e nos trazer aonde estamos hoje. Mal podemos esperar para apresentar o show para vocês, e ver a energia de vocês pessoalmente. Estamos finalmente indo para o Brasil, como dizem nas redes sociais. Então muito obrigado”!
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