O rapper BIN divulgou, no último mês, seu mais novo álbum de estúdio, intitulado "Para...

O rapper BIN divulgou, no último mês, seu mais novo álbum de estúdio, intitulado “Para todas as mulheres que já rimei Pt. 2”! O disco é uma sucessão direta de seu projeto de estreia, e chega ao público cinco anos após o primeiro lançamento.
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Com 13 faixas, o trabalho apresenta uma evolução musical e emocional por parte do artista, refletindo sua atual visão de mundo e explorando temas como o amor e os ciclos da vida. O projeto ganha ainda mais profundidade com a parte visual – já que todas as músicas do álbum ganharam um visualizer exclusivo.
Entre os destaques do novo álbum de BIN, estão as músicas “Fases”, em parceria com o rapper Azevedo; e “Não sei se eu tô incomodando”, que conta com a participação da cantora Budah; além de “Quando o Álcool Entra na Sua Mente”, uma das grandes apostas do disco.
Em entrevista recente ao Tracklist, o artista falou sobre seu novo projeto, atual momento na carreira e mais. Confira abaixo!
“Mano, esse projeto sempre teve um lugar especial no meu coração. A Parte 1 foi um marco na minha caminhada, tá ligado? Mas, de lá para cá, vivi muita coisa, aprendi, cresci… como artista e como homem. Senti que agora era o momento certo de revisitar essa ideia, só que com outra visão, mais madura, mais consciente do que quero passar no meu som”.
“A Parte 1 foi no peito, no impulso, muito sentimento bruto, tá ligado? Já a Parte 2 veio com mais cabeça, mais direção. Hoje eu sei o que estou fazendo no estúdio, entendo mais o peso de cada palavra, o impacto que posso causar”.
“Pô, foi vibe demais. Azevedo e Budah são dois monstros, de verdade. São pessoas que eu respeito, que têm visão e sentimento no que fazem. Cada um chegou somando, e a conexão bateu de primeira. Sou grato demais por ter eles comigo nesse trampo”.

“Eu queria que cada faixa tivesse sua identidade visual, que ajudasse a contar essa história de forma mais completa. É um presente para os meus fãs também, mostrar que cada track tem um cuidado, uma história. E meus fãs merecem esse corre bem feito”.
“Mano, o maior desafio foi me manter fiel ao que eu sou. É fácil se perder no meio do caminho, mas eu quis fazer do meu jeito, com verdade. Também teve o trampo técnico, lógico — muita coisa envolvida, equipe, tempo, tudo — mas manter a essência foi o mais desafiador e, ao mesmo tempo, o mais necessário”.
“2025 é ano de seguir trampando firme. Em breve tem turnê internacional nos Estados Unidos, para a rapaziada que me curte fora do país. Vai ser a primeira vez que vou cantar as músicas do álbum ao vivo. Minha família segue sendo meu porto seguro e os fãs minha força diária, só tenho a agradecer”.
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