Prestes a dar vida à Maria de Fátima no remake de "Vale Tudo", Bella Campos...

Prestes a dar vida à Maria de Fátima no remake de “Vale Tudo”, Bella Campos se manifesta pela primeira vez sobre as críticas que anda recebendo pela sua atuação ao ser escalada para o remake da novela original dos anos 1980. Em entrevista à Marie Claire, a atriz diz estar focada no trabalho e desabafou sobre um processo depressivo pelo qual passou.
Desde sua escalação para interpretar a vilã vivida por Glória Pires, Campos se tornou alvo de críticas de especialistas e do público que duvidam da capacidade da artista para encarar um dos maiores papéis da teledramaturgia.
“Mais importante do que ficar batendo cabeça com o que está sendo dito é focar no trabalho, no que eu posso oferecer para o público”, afirmou. “A vontade que tenho de fazer essa novela é similar à vontade que a Maria de Fátima tem de conquistar o que quer. Nossos objetivos são diferentes, mas admiro o foco e a obstinação que ela tem”.
Na história, é possível ver uma Maria de Fátima ambiciosa que utiliza de várias artimanhas para alcançar poder e dinheiro, desde que isso se torne uma realidade.
Durante a conversa, Bella Campos chegou a comparar o desejo de sua personagem com o dela em estar atuando em “Vale Tudo”.
“A vontade que tenho de fazer essa novela é similar à vontade que a Maria de Fátima tem de conquistar o que quer. Nossos objetivos são diferentes, mas admiro o foco e a obstinação que ela tem”, disse.
Em certo momento, a global também abriu o coração sobre um processo depressivo que enfrentou nesses últimos anos. Campos admitiu ser sentir “opaca” em meio ao mundo do sucesso e da fama.
“A minha conexão com a arte foi genuína, sincera, não foi premeditada. Mas, quando aconteceu, eu não tinha ferramentas para lidar. A rotina que a gente leva, a hiperprodutividade, faz a gente confundir problemas de saúde mental com cansaço. Demorei para detectar que era um processo depressivo”, desabafou.
Para enfrentar tudo isso, o apoio da mãe e irmã, que se mudaram para o Rio de Janeiro, foi crucial para que ela encarasse as batalhas da vida.
“Tenho reencontrado a vontade de viver. Foi um processo difícil, mas lindo. Hoje, cuido da minha cabeça porque valorizo essa luz, essa vontade juvenil de me sentir bem. Eu estava apavorada dentro de mim mesma”, contou.






