Scooter Braun, ex-empresário de Taylor Swift e antigo detentor de todos os direitos autorais das...

Scooter Braun, ex-empresário de Taylor Swift e antigo detentor de todos os direitos autorais das masters – versões originais das músicas da cantora, reagiu pela primeira vez sobre a recompra do catálogo pela artista.
A batalha perdurava desde 2020, e hoje, finalmente, Swift conseguiu recuperar todos os seus seis primeiros álbuns, incluindo videoclipes, visuais de shows e demais materiais lançados no período em que estava na gravadora Big Machine Records.
A posse das gravações originais das faixas estavam com a Shamrock Capital, empresa da Ithaca Holdings de Scooter Braun, desde o fim de 2020.
Na manhã desta sexta-feira (30), a artista veio a público confirmar que recuperou todos os projetos. A novidade pegou o público de surpresa, e a cantora ainda publicou uma carta aberta sobre essa conquista.
“Dizer que este é o meu maior sonho se tornando realidade”, escreveu. “Durante todo esse tempo eu estive muito perto, tentando chegar lá, mas para no final sempre falhar. Eu quase parei de acreditar que era possível, após 20 anos (…), mas agora tudo é passado. Eu estou desabando em lágrimas de alegria em intervalos aleatórios desde que descobri que realmente está acontecendo, e eu poderei dizer essas palavras”, contou em seu site.
Para comemorar, ela compartilhou em sua conta oficial no Instagram uma série de fotos segurando os discos: “Taylor Swift” (2006), “Fearless” (2008), “Speak Now” (2010), “Red” (2012), “1989” (2014) e “Reputation” (2017).
Nesse meio tempo, quem também se pronunciou foi Braun, que contido, afirmou estar feliz pela realização de Swift sobre seus direitos autorais. “Estou feliz por ela”, disse o ex-empresário de Ariana Grande e Justin Bieber ao New York Post.
Leia mais em: Taylor Swift recupera direitos autorais dos seis primeiros álbuns; leia a tradução do anúncio
O imbróglio iniciou em 2018, quando o contrato entre Swift e sua primeira gravadora chegou ao fim. Vinculada à empresa desde 2005, a loira decidiu migrar para a Universal Music.
No ano seguinte, a Big Machine vendeu as masters para a Ithaca Holdings. A decisão revoltou a cantora, que se manifestou imediatamente nas redes sociais. “Estão vendendo meu legado para alguém que um dia tentou destruí-lo”, escreveu ela em seu perfil no X(antigo Twitter).
A situação levou a estrela a relançar, ao longo de cinco anos, os discos sob o selo “Taylor’s Version”. “Passei 10 anos da minha vida tentando rigorosamente comprar meus masters e então me foi negada essa oportunidade. Eu simplesmente não quero que isso aconteça com outro artista, se eu puder evitar”, declarou à Billboard em 2019.
Até o momento, a artista relançou o “1989 (Taylor’s Version)“, “Speak Now (Taylor’s Version)“, “Red (Taylor’s Version)” e “Fearless (Taylor’s Version)“.
Para recuperar os álbuns, a Variety afirmou que o valor pago por Swift não foi divulgado oficialmente, mas que ela teria desembolsado uma quantia equivalente a US$ 300 milhões — mesmo valor que a Shamrock teria comprado em 2020.
Por fim, a especulação de que a negociação teria chegado a US$ 600 milhões ou até US$ 1 bilhão foi negada nos bastidores.






