Oficina de Clipes desafia participantes no Estrela da Casa

O que faz um bom clipe? Esse foi o questionamento movimentou a Oficina de Clipes...

Silvana SousaTV & StreamingRealities28 de setembro de 2025

Foto: Reprodução/ Gshow

O que faz um bom clipe? Esse foi o questionamento movimentou a Oficina de Clipes realizada neste domingo (28/09) no Estrela da Casa. Os participantes receberam a diretora criativa Belinha Lopes no Estúdio Musical, onde puderam aprender um pouco mais sobre o tema. Confira!

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Muito requisitada no meio, Belinha Lopes acumula trabalhos com grandes nomes nacionais como Ludmilla, Gloria Groove e Junior — que foi o responsável por introduzir a artistas para os competidores. “Vocês estão em ótimas mãos. A Belinha é superespecialista no assunto de videoclipe. Eu mesmo tive uma experiência incrível de trabalhar com ela. A gente fez seis videoclipes em dois dias de trabalho, duas diárias de gravação. Surreal!”, disse Junior.

Durante a oficina, Belinha apontou que cada escolha em um videoclipe é importante: os looks, o enquadramento, o movimento, a cenografia. “Tem dois pilares que são muito importantes, fundamentais, que são: a verdade e a identidade de vocês. Isso tem que estar impresso em qualquer conteúdo que vocês fizerem. E ilustrar canções com imagem é algo que já se faz há muito tempo”, afirma ela.

Diretora criativa Belinha Lopes comanda Oficina de Clipes no Estrela da Casa

A diretora criativa, que está há 18 anos no mercado, também trouxe um panorama histórico sobre os videoclipes. “Nos anos 60, os Beatles foram fundamentais para a formação desse formato, desse recurso. Porque quando a banda começou a ficar muito famosa, eles tinham uma alta demanda de gravação de programa. Eles passaram a se filmar, a fazer as próprias gravações e enviar para os programas substituindo as apresentações ao vivo deles. Então, isso já é um recorte do que poderia ser um videoclipe”, contextualizou.

Expandindo o assunto, Belinho apontou a nova tendência no mercado de videoclipes: os sessions, quando um artista faz uma pequena seleção e músicas para performar. O exemplo concreto dessa nova vertente foi Ludmilla, que bombou sessions com participações de Xamã, Gloria Groove e Luísa Sonza. Mas que também inovou ao produzir os visuais de “Vilã”.

“Um formato que a gente tem usado muito no mercado são as ‘sessions’. Esse de ‘Vilã’ da Ludmilla, que eu fiz, ela já tinha lançado esse álbum e a gente fez uma versão ao vivo. Ela selecionou e escolheu seis músicas do álbum todo e a gente fez essa versão ao vivo, gerando mais seis clipes novos. Esse é um exemplo interessante porque a gente construiu esse cenário, criou conceito, e a ideia da Lud era de transmitir as sensações dela no quarto dela, os sentimentos”, afirma.

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