IZA anuncia nova era em show conceitual e com influências reggae no The Town 2025

Estética, conceito e ancestralidade! A apresentação de IZA no The Town 2025 apostou na tríade...

Silvana SousaCoberturas14 de setembro de 2025

Foto: Izabella Zeminian

Estética, conceito e ancestralidade! A apresentação de IZA no The Town 2025 apostou na tríade de cenografia, balé e vocal para entregar uma das apresentações visuais mais bonitas da edição — apesar do público ter se mantido um pouco mais apático na maior parte do show.

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O impacto visual pode ser sentido desde os primeiros segundo da apresentação, que foi um grande tributo a ancestralidade. Como quem dá a benção, Célia Sampaio, a primeira mulher a gravar um álbum reggae no Brasil, surgiu no palco com Turíbulo energizando o palco e então IZA surgiu com trajes do Egito Antigo, em cima de uma pirâmide e cercada por um corpo de baile inteiro em tons de azul.

Para o pontapé inicial ficou por conta de “Dona de Mim”, seguida por “Fé”, quando a cantora deixou a mensagem: “Você é suficiente, você tem o seu valor. Você é dona da sua vida, você vale a pena”, disse. “E suficiente é o suficiente. Que você tome posse dessa mensagem e que você saiba que eu e que minha banda estamos aqui hoje muito felizes de cantar para vocês”, completou.

The Town 2025: IZA inicia nova era, voltada para o reggae, e “pede benção” para suas referências

IZA seguiu o show praticamente na mesma linha, com uma atmosfera de balada romântica. Canções como “Sem Filtro” e “Ginga” também entraram no setlist, que teve surpresa: a cantora deu um spoiler de sua nova era musical ao som de “Caos e Sal”, que faz parte de seu novo projeto.

Com muita influência da música afro desde o início da carreira, IZA trouxe muito reggae para sua apresentação e garante que esse é o ritmo de sua nova era. “Vou me aprofundar nisso e queria muito ter a benção das minhas referências”, disse ao Multishow.

Celia Sampaio, que já havia aparecido no início da apresentação, voltou ao palco para uma interpretação de “Mama África”. Neste bloco, ela reservou um espaço para celebrar suas influências musicais, cantando também “Vapor Barato”, de O Rappa.

Toni Garrido, vocalista do Cidade Negra, também foi convidado para apresentação. Juntos ele cantaram “Sombra da Maldade”. A apresentação ganhou outro tom com a participação do grupo Olodum, com quem ela trabalhou a energia poderosa de “Pesadão”. “Briga” e “Gueto” fecharam a apresentação com uma linda troca de energia entre o público e a cantora.

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