Por Silvana Sousa e Rodrigo Neves — Sem dúvidas, Filipe Ret foi uma das atrações...

Por Silvana Sousa e Rodrigo Neves — Sem dúvidas, Filipe Ret foi uma das atrações mais esperadas do primeiro dia de The Town 2025. E ele não decepcionou: o Palco Skyline lotou para o artista, que trouxe a turnê “Nume” para o Festival.
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Em entrevista exclusiva ao Tracklist, ele exaltou essa relação de apoio mútuo que nutre com os seus fãs. “A gente tem a sorte de ir acumulando e não perdendo fãs no caminho, esse é um privilégio que eu tenho como artista, de construir e empilhar gerações”, destacou.
Essa relação íntima, segundo ele, é uma característica ainda mais fortalecida pelo movimento do hip-hop, quem é muito colaborativo. “O Ret foi crescendo muito com a cena, foi ajudando a cena a crescer e isso se reflete muito no show”, diz.
Sobre essa conexão com os fãs, ele também acrescentou: “A gente tem uma construção de fases que eles acompanharam. Então, isso é muito legal, eles me acompanharam lá no início. E quem chegou depois começa a descobrir a história de antes e respeita, tem um carinho pela trajetória, isso tudo é muito o rap de fato”, destaca.
A personificação dessa força do movimento rap se traduz na própria apresentação de Filipe Ret, ao trazer Alee para o Palco. Juntos eles performaram “Tudo ou Nada”. “Trazer ele para o palco, ver ele quebrando tudo e a galera amando, ele sendo reconhecido, acho que isso já mostra o quanto a gente está fazendo certo. A gente trabalhou de forma correta, fez a nossa galera. Isso é valorizar o movimento”, resume.
Três perguntas para Filipe Ret:
Música favorita da carreira?
R: Neurótico de Guerra
Música Favorita de todos os tempos?
R: Eu amo você, Tim Maia
Show do The Town em uma Palavra?
R: Gratidão






