Cantor também comentou os próximos passos da carreira

Na última sexta-feira, 12 de junho, enquanto casais apaixonados celebravam o Dia dos Namorados no Brasil, Josh Beauchamp seguiu o caminho contrário ao transformar a data em um “presente” nada convencional para um ex-relacionamento: o lançamento de “Give It Back!”.
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No single, o cantor canadense, conhecido mundialmente por sua passagem pelo Now United, transforma uma experiência marcada por toxicidade, entrega emocional e quebra de confiança em um pop rock direto, intenso e sem muito espaço para indiretas discretas.
Em entrevista ao Tracklist, o artista explicou que a escolha da data foi uma espécie de “virada” no significado da celebração. Segundo Josh, enquanto o Dia dos Namorados costuma ser associado a presentes e declarações de amor, a nova faixa funciona como um presente simbólico para a pessoa tóxica sobre quem a música foi escrita.
O cantor também falou sobre sua conexão com o Brasil, memórias especiais no país e os próximos passos da carreira solo. E, para quem achava que “Give It Back!” encerrava um capítulo, Josh adiantou: essa pode ser apenas a introdução de uma fase em que ele pretende falar verdades que ainda não teve a chance de colocar em música. Confira!
Sim. Ela sai no Dia dos Namorados no Brasil e é uma música muito agressiva, nada romântica. Acho que escolhi essa data porque, de certa forma, no Dia dos Namorados você dá algo para a pessoa com quem está, como um presente ou algo assim. É um dia sobre amor.
E eu estava sempre dando. Eu dava, dava e dava nesse relacionamento sobre o qual a música fala. Então, a canção se chama “Give It Back!”. De certa forma, esse é o meu presente para a pessoa tóxica com quem eu estava em um relacionamento.
Eu não acho que tenha sido muito difícil. Com essa música, eu tinha uma experiência sobre a qual queria falar e acabei estando na sala certa, com as pessoas certas. Todo mundo entendeu qual era o objetivo ao escrever essa canção.
Quando tudo se alinha dessa forma, a música simplesmente acontece. Ela não é muito diferente do que era no primeiro dia em que trabalhamos nela. Então, eu diria que ela saiu com bastante facilidade.
Acho que sim. Acho que, de certa forma, sim. Ela é definitivamente diferente do meu primeiro single [“Love You Again”] e fala sobre experiências diferentes que eu vivi.
Mas acho que “Give It Back!” é uma introdução a esse momento em que começo a falar a minha verdade sobre algumas coisas que nunca tive a chance de dizer. Talvez seja o começo disso. Eu não diria que é o encerramento. Diria que tenho mais algumas músicas que seguem essa mesma ideia.
Acho que na música eu meio que estou dizendo: “você não vai devolver, e eu dei tudo isso”. Então, acho que é quase o oposto. Eu não quero mais nada. Não quero mais absolutamente nada relacionado a isso.
São muitas. Tenho muitas memórias no Brasil. Passei muito tempo no país. Acho que visitar o Cristo Redentor é uma delas. Mas sinto que tenho memórias melhores, só que elas não estão vindo à minha cabeça agora [risos].
Acho que foi muito especial quando ficamos em uma ilha em Paraty [no Rio de Janeiro]. Estávamos hospedados em uma ilha, de forma mais remota, e acordar vendo aquela vista, o lugar onde estávamos, foi muito bonito. Muito bonito mesmo.
Eu pensava: se eu pudesse morar ali, com certeza moraria. Nunca iria embora e ficaria fazendo música naquela região da ilha pelo resto da minha vida. Então, acho que essa é uma lembrança mais simples e mais significativa do que apenas visitar os pontos turísticos mais conhecidos.
A minha tracklist oficial de Dia dos Namorados… tipo uma lista de músicas? Tem uma música que eu tenho ouvido repetidamente. Ela se chama “Hellbent”, da Naomi Scott. Eu amo muito essa música. Então talvez essa seja uma faixa mais de Dia dos Namorados para mim.
Acho que vocês podem esperar meu merchandising chegando. O merch já está pronto para ser lançado nos próximos dias.
Também tenho a próxima música praticamente pronta. Espero chegar a um ponto em que tudo esteja alinhado com as diferentes pessoas envolvidas e com tudo o que faz parte desse processo. Quero conseguir lançar uma música pelo menos a cada dois meses, talvez a cada seis semanas. É onde eu quero chegar.
Também tenho uma ideia de simplesmente lançar um álbum do nada. Não sei se isso vai acontecer. Tenho músicas suficientes para lançar um EP ou um álbum. Então, talvez no futuro eu faça isso de surpresa.
Mas acho que os próximos passos são colocar mais músicas no mundo e entregar para as pessoas todas essas canções que eu amo tanto, nas quais passei tanto tempo trabalhando e que os fãs vêm pedindo há muito tempo. Talvez também aconteça uma viagem ao Brasil ainda este ano.
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