O artista porto-riquenho protagonizou um espetáculo no Show do Intervalo do evento esportivo

Neste domingo (8), Bad Bunny fez uma apresentação histórica no Halftime Show do Super Bowl LX! A 60ª edição do evento, que marca a final da temporada da principal liga de futebol americano, acontece no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia.
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No intervalo da disputa dos times Seattle Seahawks e New England Patriots, o artista porto-riquenho preencheu o gramado com um cenário inspirado em seu mais recente álbum de estúdio, “DeBÍ TiRAR MáS FOToS” – que chegou a receber o prêmio de Álbum do Ano no Grammy 2026.
Esta não foi a primeira vez do artista no evento. Em 2020, ele fez uma participação especial na apresentação de Shakira e Jennifer Lopez; e, agora, marcou seu nome na história do evento como artista principal de um Halftime Show. Confira alguns destaques da performance abaixo!
Em um cenário que formava um campo com bananeiras e outros elementos da cultura porto-riquenho, Bad Bunny iniciou seu show no intervalo do Super Bowl LX com a música “Tití Me Preguntó” – já levantando os ânimos do público e dando o tom de toda a apresentação.
O show continuou em uma estrutura apelidada como casita, que referencia uma estrutura comum às casas planejadas de Porto Rico – e que também funciona como um dos palcos da atual turnê do cantor e compositor. A festa chegou a contar com uma pequena participação de Pedro Pascal, Karol G e Cardi B.
Uma grande surpresa do set foi, também, a aparição de Lady Gaga. A artista norte-americana entregou uma nova interpretação do hit “Die With a Smile”, que ganhou uma versão com ritmos latinos. Depois, os dois dividiram o palco.
Entre sucessos como “BAILE INoLVIDABLE” e “NUEVAYoL”, o set de Bad Bunny recebeu outra grande participação: o cantor Ricky Martin, que entrou no palco para fazer a introdução de “LO QUE LE PASÓ A HAWAii”.
O final da apresentação foi marcada por uma homenagem ao povo latino. Bad Bunny encerrou sua apresentação citando todos os países da América Latina, que também foram representados por suas bandeiras; além de um grande cartaz com os dizeres “A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor” – tudo, é claro, embalado pelo hit “DtMF”.
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