Dupla de compositores acusaram a brasileira de plagiar música lançada há cerca de 20 anos

Nos últimos dias, “Funk Rave”, hit de Anitta lançado em 2023, voltou aos holofotes – desta vez, não por causa dos charts ou performances, mas por conta de uma disputa judicial nos Estados Unidos. Um tribunal federal da Flórida decidiu inocentar a cantora da acusação de plágio envolvendo a faixa.
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Uma ação movida pelos compositores Giorgio Trovato e Giuseppe Di Caccamo Jr alegava que “Funk Rave” teria copiado elementos da faixa “Sácalo”, lançada há cerca de 20 anos pelo artista Erotico. Segundo os autores, a música de Anitta compartilha semelhanças tanto na estrutura musical quanto na letra.
O processo também citava o produtor norte-americano Diplo, que trabalhou com Anitta na produção da faixa. Para os autores, a combinação de batidas e o uso da palavra “sácalo” eram suficientes para configurar violação de direitos autorais.
No entanto, o juiz K. Michael Moore decidiu extinguir o processo após considerar que os autores não conseguiram provar que Anitta ou Diplo tiveram acesso à faixa original. Além disso, a decisão destacou que não há similaridades substanciais protegidas por lei entre as músicas.
A palavra “sácalo”, usada por ambos os lados, foi considerada um termo genérico do idioma espanhol. Já a batida usada em “Funk Rave” foi descrita como um recurso típico de gêneros como techno e funk, sem exclusividade da canção acusadora. Com base nisso, o juiz determinou o arquivamento do processo.
Até o momento, nenhuma das partes comentaram publicamente sobre a decisão.
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