Revelada pela Netflix, a boyband desembarca no Brasil em setembro com shows em São Paulo e no Rock in Rio

Após conquistarem o terceiro lugar no Building the Band, reality musical da Netflix, os integrantes do Soulidified vivem uma nova fase na carreira. Em menos de um ano desde a formação do grupo, Bradley, Shade, Malik e Landon vêm conquistando fãs ao redor do mundo e acumulando apresentações importantes, incluindo a abertura da mais recente turnê do cantor Khalid.
Em setembro, a boyband faz sua aguardada estreia no Brasil com apresentações em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde integra o line-up do Rock in Rio. Em entrevista, o quarteto relembrou os conselhos recebidos de Liam Payne, do One Direction, expectativa para encontrar os fãs brasileiros, e claro, futuros lançamentos.
Tracklist: Antes de tudo, parabéns por essa nova fase pós-Netflix. Vocês são uma das bandas do momento. Como tem sido essa jornada pós-reality?
Shade: Tem sido uma experiência muito divertida e empolgante, mas também um grande processo de aprendizado. Ainda estamos chegando ao nosso primeiro ano como banda, então tudo é muito novo para nós. Estamos aprendendo, crescendo e tentando evoluir a cada dia.
Landon: Desde a estreia do programa, tudo aconteceu em um ritmo muito intenso. Viagens, gravações, entrevistas e compromissos sem parar. Apesar da correria, somos muito gratos por estarmos ocupados e trabalhando.
Um dos primeiros apoiadores de vocês foi o Liam Payne, que também veio de uma boyband. Qual conselho dele mais marcou vocês?
Bradley: Uma das coisas que mais ficou com a gente foi quando ele [Liam] disse que, por mais divertido que seja seguir carreira solo, nada se compara à experiência de fazer parte de uma banda. Ele sempre falava que nunca se divertiu tanto quanto na época em que fazia parte de um grupo e nos incentivava a permanecer juntos pelo maior tempo possível, valorizando o quanto isso é especial.
Shade: Outro conselho muito importante foi sobre comunicação. Ele dizia que muitas bandas acabam porque os integrantes deixam de conversar sobre os problemas. Por isso, insistia que fôssemos completamente honestos e transparentes uns com os outros, falando sobre tudo. Levamos esse conselho muito a sério.
A base de fãs de vocês no Brasil é enorme. Como estão as expectativas para finalmente virem ao Brasil?
Bradley: Estamos contando os dias para conhecer o Brasil. Recebemos muito carinho dos fãs brasileiros desde o início do projeto e sempre tivemos vontade de ir. Agora que finalmente temos essa oportunidade, estamos muito animados.
Shade: Esperamos que os fãs brasileiros sejam o público mais barulhento de toda a turnê. Também estamos preparando algumas surpresas especiais para eles.
Malik: Desde o começo da banda, percebemos o enorme apoio vindo do Brasil. Conversamos com fãs brasileiros ainda no início do projeto e eles já demonstravam uma empolgação enorme com tudo o que estava por vir.
Um dos shows de vocês será no Rock in Rio, um dos maiores festivais do mundo. Tudo isso em pouco mais de um ano de carreira. O que essa apresentação representa para vocês? E os preparos?
Landon: Ainda temos bastante preparação pela frente, mas estaremos prontos. Para nós, esse é um momento decisivo na carreira. Conseguir um espaço como esse tendo apenas duas músicas lançadas é algo que nos deixa muito honrados.
Shade: Além de ser nosso primeiro show no Brasil, sentimos que essa apresentação será um divisor de águas. É a nossa primeira grande oportunidade de mostrar quem somos para um público global. Queremos levar todas as surpresas que estamos preparando e fazer uma apresentação que realmente marque as pessoas.

Não queria ser chato, mas preciso me juntar aos fãs que sempre perguntam sobre músicas novas e álbum. Eu adoro “One and Only” e “What’s Your Name”, mas todos estavam esperando um disco. O que teremos?
Bradley: Houve muitas questões de bastidores e de negócios que precisaram ser resolvidas. Ao mesmo tempo, sentimos que era importante construir experiência como grupo antes de lançar um projeto maior.
Malik: Passamos muito tempo no estúdio gravando músicas, desenvolvendo nosso som e também apresentando esse material em festivais. Queríamos ter certeza de que tudo estivesse no momento certo antes de dar o próximo passo.
Bradley: Também vamos apresentar várias músicas inéditas no Rock in Rio, então ninguém vai sair de lá sem novidades. O que podemos dizer é que tem muita música nova chegando. Durante um tempo dizíamos isso, mas ainda estávamos resolvendo algumas questões e enfrentando alguns desafios técnicos. Há muita coisa sobre a qual ainda não podemos falar, mas estamos preparando tudo com muito cuidado e a espera está quase no fim. Os fãs não vão precisar esperar muito mais.
Shade: Nós participamos ativamente de todo o processo criativo e somos muito cuidadosos com o que fazemos. Queremos garantir que vamos entregar a melhor versão possível do nosso trabalho. Preferimos qualidade à quantidade, e isso naturalmente leva mais tempo. Quando você escolhe esse caminho, o processo pode demorar um pouco mais, mas queríamos que tudo estivesse pronto no momento certo. E esse momento está chegando.
Bradley: E depois disso a ideia é manter um ritmo constante de lançamentos.
Falando em novidade, vi que durante a turnê com o Khalid vocês apresentaram uma música com influências de funk brasileiro. O que podemos nos falar sobre essa música?
Shade: Eu adoro músicas mais aceleradas. Acho que eu e o Malik comentamos que deveríamos experimentar algo com uma energia diferente. Estávamos trabalhando com o nosso produtor, Troy Taylor, quando ele nos mostrou uma batida. Assim que ouvimos, pensamos: “Isso é muito bom”. Na mesma hora lembramos do Brasil e imaginamos que os brasileiros iam gostar muito daquela sonoridade. Somos uma banda muito versátil e gostamos de explorar diferentes estilos. Sabemos que nossas vozes permitem isso. Essa acabou sendo uma das músicas que mais nos empolgou.
Landon: Lembro que quando ouvimos a faixa pela primeira vez a reação foi imediata, “precisamos garantir essa música o quanto antes”. Tenho certeza de que cantar ela no Brasil vai levar o público à loucura.
Vejo artistas como Kehlani, SZA e JoJo interagindo com vocês nas redes sociais. Podemos esperar colaborações em breve?
Malik: Esperamos que sim. Nós acreditamos muito no poder da manifestação. É engraçado porque quando a banda começou tínhamos o hábito de assistir ao nascer do sol juntos, o Landon adora fazer isso. Nessas conversas, falávamos sobre os artistas com quem sonhávamos trabalhar. O Khalid era um dos nomes que sempre aparecia, e é surreal ver que isso realmente aconteceu.
Qual é a colaboração dos sonhos da Soulidified?
Bradley: Acho que cada um de nós teria uma resposta diferente. Para mim, seria a Kehlani. Sou muito fã dela. Sempre que alguém menciona o nome dela, preciso dizer isso. Mas também adoraria ver a Soulidified gravando com o Bruno Mars. Seria incrível. Essa é uma colaboração que eu tenho manifestado há bastante tempo.
Para encerrar, se vocês pudessem definir o Soulidified em apenas uma palavra para quem não conhece vocês, qual seria?
Bradley: Disruptiva.
Shade: Caótica… mas no melhor sentido possível. Somos um grupo muito espontâneo e divertido.
Malik: Apaixonada.
Landon: Eu diria… autêntica. Somos intensidade, energia e paixão pelo que fazemos.
Boas palavras! Podem mandar um recado para os fãs brasileiros?
Bradley: Oi, Brasil! Eu amo vocês, o Soulidified ama vocês e estaremos aí em breve. Obrigado pelo apoio! Muitos beijos!






