Na última edição do prêmio, “Wicked” recebeu 10 indicações

Apesar da expectativa em torno do lançamento, “Wicked: Parte 2” ficou fora da lista de indicados ao Oscar 2026, que saiu na manhã desta quinta-feira (22).
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Diferente da última edição do prêmio, em que recebeu 10 indicações, entre elas Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante, e conquistou duas estatuetas, de Melhor Design de Produção e Melhor Figurino, desta vez o musical nem sequer foi lembrado pela Academia.
A ausência da sequência na premiação surpreendeu o público. Durante a pré-temporada, o filme era tratado por especialistas como um forte concorrente em diversas categorias e uma das principais apostas do ano.
Já dentro da temporada de premiações, a segunda parte do longa concorreu em cerimônias como Critics Choice Awards 2026, com sete indicações. No Globo de Ouro 2026, realizado no dia 11 de janeiro, o filme foi contemplado com cinco nomeações, incluindo Melhor Atriz em Comédia ou Musical para Cynthia Erivo e Melhor Atriz Coadjuvante em Filme para Ariana Grande.
Para a 98ª edição, esperava-se que a adaptação de John M. Chu da obra icônica da Broadway repetisse o desempenho do ano anterior. No entanto, apesar de ter recebido mais de cem indicações ao longo da temporada, “Wicked: Parte 2” acabou esnobado desta vez.
A sequência, que recebeu o título original de “Wicked: For Good”, estreou em 20 de novembro de 2025 nos cinemas brasileiros e retoma exatamente de onde a Parte 1 parou, aprofundando a jornada das protagonistas entre lealdade, poder e destino.
“Em “Wicked Parte 2″ as duas entram em um novo espaço da vida delas, e acho que isso as torna ainda mais poderosas. Elas percebem que o que tinham no primeiro filme nunca mais voltará e que para onde precisam ir é algo totalmente diferente”, explica Cynthia.
“É uma jornada mais madura e emocional sobre as consequências das escolhas difíceis que fazemos. [O filme] é sobre elas tentando fazer as pazes de alguma maneira, ainda que o destino não permita”, disse o diretor.
“Vamos poder ver até onde vai essa amizade. Há nuance, há mágoa, há perdão. Vamos ver como surgem personagens como o Homem de Lata, o Espantalho e o Leão”, conta Ariana. “É verdadeiramente a história da origem das Bruxas de Oz”, complementa Ariana.
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