21 de fevereiro de 2017 por Amanda Abreu.

O Pabllo ou A Pabllo Vittar, como gosta de ser chamada(o), é praticamente uma benção que surgiu para iluminar o nosso gênero musical pop brasileiro ainda pobre, mas com muita gente parruda como Anitta e Ludmilla, que arrebentam demais e que já estão há um bom tempo na estrada.

Ouvi esse disco numa tarde trabalhosa em fevereiro, sentada na mesa de trabalho, torcendo para dar 19h (quem nunca?) e esperando o carnaval. Eis que meu perfil do Spotify no Discover Weekly deu a dica: Tava lá, era Pabllo Vittar

“K.O”, a nona música naquele meio emaranhado de músicas sem graça, hipsters e chatas me levou a uma pista de dança, numa festa de dia e com todas as amigas dançando e tomando mimosa. Bicho, bateu bonito a vibe e escutei “K.O” aproximadamente umas 10 vezes.

Passou um tempinho, ainda numa vibe entediada, resolvi escutar o álbum inteiro. E sabe quando às vezes acontece de você amar um disco, mas tem aquela musiquinha que não desce, né? “Ai, pula essa!”. Não foi o que aconteceu com “Vai Passar Mal”, o novo e primeiro disco do artista que conta com 10 faixas altamente maravilhosas.

E essa obra tem nomes como Mateus Carrilho, Rodrigo Gorky e Lia Clark. Amei? Algumas faixas, como a própria “K.O” são um mix de tecno-brega-pop, vibe nordeste delicinha detectado; “Irregular” também faz parte do trabalho maravilhoso que mistura um pop meio romântico e que levemente vai caindo para uma bagaceira. E pra quem acha que acabou, minha filha, tem mais: “Então Vai” é um das minhas preferidas e é produzida por ele, Diplo. Gosto de dizer que esse disco me lembra nuances Rihanna, Madonna e Katy Perry, numa versão bem Brasil e muito bem produzido.

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