Bruce Willis já foi o cara que explodia prédios e enfrentava terroristas descalço. Desde 2022,...

Bruce Willis já foi o cara que explodia prédios e enfrentava terroristas descalço. Desde 2022, no entanto, o ator precisou se afastar da vida pública após ser diagnosticado com afasia, condição médica que afeta a capacidade de se expressar verbalmente e de compreender mensagens faladas e escritas.
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No ano seguinte, veio um novo diagnóstico: demência frontotemporal, doença neurodegenerativa que, segundo a imprensa norte-americana, tem avançado gradualmente. Aos 70 anos, Bruce estaria enfrentando dificuldades para se locomover, ler e falar, de acordo com reportagens recentes.
Apesar das declarações divulgadas pelo The Express Tribune, a família do ator compartilhou sua última atualização pública em abril, afirmando que, embora a doença esteja progredindo, sua saúde permanece “estável”.
Ainda segundo o veículo norte-americano, relatos de 2023 e 2024 já indicavam que o ator havia praticamente perdido a fala e não conseguia mais ler, além de apresentar dificuldades motoras. Mesmo com esses relatos, a família tem evitado divulgar detalhes específicos sobre sua condição.
Não houve confirmação oficial recente de um novo agravamento da saúde de Willis além do que já havia sido noticiado. Apesar da constante preocupação e especulação pública, a família do ator se manteve transparente e grata pelas demonstrações de carinho dos fãs ao redor do mundo.
Afastado das telas desde março de 2022, Bruce se despediu oficialmente da atuação após o diagnóstico de afasia. Mesmo assim, alguns de seus trabalhos continuaram sendo lançados após a aposentadoria. Entre eles, o filme de ação e ficção científica “Assassin”, a trilogia “Detetive Knight” e o suspense “No Lugar Errado”, que chegou a figurar entre os títulos mais assistidos da Netflix na semana de estreia.
Nos bastidores, os sinais da doença já eram percebidos. Mike Burns, diretor de “No Lugar Errado”, contou ao Los Angeles Times que precisou reduzir as falas de Bruce já em “Fuga da Morte”, de 2021 — antes mesmo de o diagnóstico vir à tona. Segundo ele, houve uma piora visível entre os dois projetos.
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