Karol Conká está pronta para escrever mais um capítulo marcante em sua trajetória. Comemorando 25...

Karol Conká está pronta para escrever mais um capítulo marcante em sua trajetória. Comemorando 25 anos de carreira, a artista sobe ao palco do The Town, logo na estreia do festival, ao lado de duas vozes potentes do rap nacional: AJULIACOSTA e Ebony. A apresentação promete reunir nostalgia, novidade e muita representatividade.
Em entrevista ao Tracklist, Karol falou sobre a preparação para o show no palco The One, os spoilers da nova era musical e a construção do tão aguardado novo álbum, que teve o lançamento adiado, mas seguirá com singles e colaborações de peso — incluindo Marina Sena. A rapper também refletiu sobre a própria jornada, as dores que ficaram no passado e os sonhos que ainda quer realizar. Confira!
LEIA TAMBÉM: Entrevista: Liza Lou detalha projeto que exalta vozes de mulheres pretas da música brasileira
Você será uma das primeiras atrações a subir no palco The One, logo no primeiro dia do festival. Como estão as expectativas para esse momento?
Eu tô muito animada! A gente não fala de outra coisa aqui — minha galera, meu escritório… só se fala no The Town agora. A animação tá lá no alto, principalmente porque convidei duas das maiores potências que a gente tem no rap nacional: AJULIACOSTA e Ebony. Estamos preparando um show bem eletrizante, enérgico… e vem novidade por aí (risos)!
Você confirmou duas participações especiais para a apresentação: AJULIACOSTA e Ebony. O que vocês planejam trazer para o palco do festival nesse dia?
A gente está planejando trazer toda a nossa força, a nossa referência — porque uma é referência da outra ali. Elas são da nova geração, e sempre que nos encontramos elas dizem que eu sou uma referência pra elas. Mas, mesmo tendo vindo antes, elas também se tornaram grandes referências pra mim. Então, estamos preparando um show bem power. Acho que minha escolha por chamar as duas tem a ver com identificação mesmo — com a potência delas, com o tema. Vai ser um show muito legal, o público vai gostar bastante.
Poderia dar um spoiler da setlist?
Hm… no meu show vai rolar um clima nostálgico. Vou convidar o público pra passear por eras que já trabalhei, e também trazer essa nova era. Estamos trabalhando em músicas novas (risos)! Não posso falar muito, mas a ideia é trazer novidades — tanto no visual quanto no som.
Você vai dividir o line-up da data com nomes como Travis Scott, Don Tolliver, Matuê, MC Cabelinho — e até mesmo a icônica Ms. Lauryn Hill. Tem planos de assistir a algum show no dia? Se sim, qual está mais ansiosa para ver?
Eu sempre fico muito ansiosa pra ver todos os shows de festival, porque amo esse formato. Geralmente, quando não tô no palco, tô na plateia — curtindo com um bom look (risos). Mas, embora esteja animada pra ver tudo, não posso deixar de assistir minha diva maior, minha referência: Lauryn Hill.
Desde a nossa última conversa, seus lançamentos mais recentes são o remix de “Bandida”, com a cantora Melly; e a faixa “PASSAÇÁUM”, com Clementaum. Na época você nos contou que tem álbum novo vindo ainda neste ano e que ele fala de vulnerabilidade, lealdade, maturidade… Como essas emoções estão guiando o som e as colaborações? Já dá pra antecipar alguma faixa favorita ou momento marcante do disco?
Eu ainda tô trabalhando nesse álbum. Provavelmente ele não sai este ano, mas vai ter lançamento, sim. Vamos lançar alguns singles. Tenho me aprofundado bastante nos temas que estou trazendo — e como não gosto de mesmice, sempre que começo uma nova era, mudo também o visual, que acompanha esses temas.
Vai ter Marina Sena, inclusive ela me escreveu essa semana cobrando que a gente vá pro estúdio logo (risos). Estou me juntando a um time de produtores bem legais, que têm batidas que combinam com essa nova fase. E, mesmo com temas diversos, todas as músicas falam de algo só: da minha vivência — que também é compatível com a de milhares de brasileiros.
Ainda falando do disco, sabemos que será um projeto recheado de feats, inclusive um com a Marina Sena. O que mais você pode nos contar?
Por enquanto, vou manter esse suspense sobre os outros featurings do álbum (risos). Vou deixar só a Mari na cena, pra vocês irem sabendo por enquanto. Mas posso dizer que teremos participações incríveis!
Por fim, Karol, nesse ano você comemora os 25 anos de carreira. Na nossa última conversa lembro que você mencionou que hoje vive o sonho daquela menina de 16 anos. O que essa menina diria se te visse agora? E o que você ainda quer mostrar pra ela — e pro público — nessa nova fase da sua carreira?
Acho que essa menina de 16 anos diria que, sem apoio, eu não conseguiria estar onde estou. Sem o reconhecimento e a força do coletivo, eu não seria capaz. Então essa menina tá muito feliz por perceber que aquilo que doía nela, hoje já não dói mais.
Quero mostrar pra ela que é possível seguir a trajetória de Elza Soares — cantar até o fim. Ser a mulher do fim do mundo!
Quer acompanhar as principais novidades de música, cinema, streaming, premiações e cultura pop em tempo real? Siga nossos canais no Instagram e WhatsApp.
Também estamos no TikTok, Twitter (X) e Bluesky. Siga o Tracklist na sua rede favorita e acompanhe tudo que está em alta no entretenimento!






