Entrevista: Fuze fala sobre o single “Antes Que Tudo Vire Pó” e mais

A Fuze lançou, recentemente, o single "Antes Que Tudo Vire Pó", que abre a nova...

Vitória RoqueEntrevistas17 de junho de 2025

Foto: Cred. Lucas Müller

A Fuze lançou, recentemente, o single “Antes Que Tudo Vire Pó”, que abre a nova era musical da banda. Buscando falar diretamente com o público, a música traz uma mensagem de inspiração e incentivo à busca pelos próprios objetivos. Ouça abaixo:

Formado por Pedro Novaes, Diogo Novaes, Felipe Novaes e Guilherme Fonseca, o quarteto já possui em seu repertório o álbum “Ninguém Mais Compra Disco”, lançado em 2022. Agora, o grupo se prepara para o lançamento de seu segundo disco – que ainda não recebeu uma data de lançamento oficial.

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Em recente entrevista ao Tracklist, o grupo falou sobre a nova música, o processo de criação do próximo álbum e mais. Confira abaixo!

Entrevista: Fuze

Vocês lançaram, recentemente, o single “Antes Que Tudo Vire Pó”. Como vocês definiriam essa faixa?

Pedro: “Bom, essa é uma faixa que traz um sentido de inspiração, né, pra gente. Ela fala sobre o tempo, mas fala muito sobre a gente se movimentar e fazer o que estamos a fim de fazer. Sem pensar tanto, ou sem esperar tanto alguma coisa; é fazer o que você tem vontade de fazer, do fundo do seu coração, com amor. E antes que seja tarde, também. Para você fazer o que você tem vontade. Então, acho que isso serve de inspiração para qualquer artista; para a gente que está tá no mercado da música, e está inserido em outro tipo de arte. Eu acho que nunca é tarde para fazer alguma parada, mas a gente também não deve ficar esperando tanto”.

Essa música abre uma nova era musical da banda. Por que decidiram inaugurar a nova fase com este single, especificamente?

Felipe: “Eu acho que essa é uma música que fala muito sobre você deixar talvez de lutar contra um sistema e lutar mais contra os seus próprios medos, acreditar nas coisas que estão dentro de você e saber que você é capaz de se realizar com o que tem dentro de você. E a gente acredita muito nisso, gosta de falar sobre isso. E é um momento em que o nosso álbum e nossa nova fase vão ter músicas que trazem essa mesma energia, essa mesma vibe, esse mesmo discurso. Eu acho que é algo que a gente pensa muito em tentar passar e trocar para as pessoas. Então a gente escolheu ela por ter uma força enorme e um significado – exatamente o significado que a gente quer trazer para essa nova fase, para esse novo projeto.”

Vocês estão produzindo um novo disco. Como está sendo esse processo?

Diogo: “O processo desse novo disco está sendo muito interessante, porque a gente está formando ele junto com o tempo. A gente está fazendo tudo agora; então está tudo sendo criado simultaneamente, o conceito, tudo… Obviamente a gente tem um objetivo, mas estamos criando as músicas. E isso está sendo muito legal, porque está dando tesão de fazer, assim. E a gente está trabalhando também com o trio de produtores Dos Mlk, donos de um estúdio. Estamos com sociedade com eles, agora, produzindo os novos sons, compondo juntos; e está sendo uma fase interessante e nova para a gente, mas que está dando muita vontade de fazer esse processo todo”.

O novo álbum será o sucessor de “Ninguém Mais Compra Disco”. Como vocês avaliam a evolução da banda de lá para cá – sonora e musicalmente falando?

Guilherme: “Eu acho muito doido que existe uma evolução bem sensível na sucessão dos nossos trabalhos, né? Tipo, a gente lançou o ‘Auto Reflexo’, que foi nosso primeiro EP, depois lançou ‘Ninguém Mais Compra Disco’, que já tem uma grande diferença assim. Aí lançamos ‘Foi Tudo Aqui’, que é o nosso EP; e agora a gente vai lançar um outro álbum. Cara, eu acho que, como qualquer outra banda, é uma construção de uma personalidade sonora mesmo, e amadurecimento total, e sempre sabendo se botar no seu lugar e querer chegar em ainda mais lugares”.

Com a chegada da nova era, vocês estão planejando uma temporada nos palcos?

Guilherme: “Com certeza! Na verdade, sem a chegada da nova era, a gente já está planejando uma temporada maravilhosa nos palcos. Com essa nova onda que a gente está buscando aí, a gente quer mais fazer show, botar para fora e apresentar. E apresentar é o que a gente sempre quer, né? Conhecer muito mais lugares Brasil afora, e é isso. Que toque no ouvidinho de todo mundo, toque no radinho de todo mundo”.

Por fim, o que o público pode esperar do novo álbum da Fuze?

Felipe: “Pode esperar exatamente o que a gente falou – músicas que inspirem, músicas que sejam mensagens pra você confiar em si mesmo, acreditar em si mesmo, acreditar no destino que você quer traçar e lembrar que tá tudo dentro de você pra conquistar o que você quiser. Vamos”!

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