Após dois anos sem acontecer, o Lollapalooza Brasil 2022 marca a volta aos shows lotados...

Após dois anos sem acontecer, o Lollapalooza Brasil 2022 marca a volta aos shows lotados após um longo período de isolamento. Nesta sexta-feira (25), primeiro dia de atrações no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, as apresentações de Matuê, Pabllo Vittar, Jack Harlow, Doja Cat e The Strokes foram exemplos dos acontecimentos marcantes que trouxeram a sensação de que tudo está voltando ao normal.
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Quer saber quais acontecimentos marcaram o primeiro dia de shows? Acompanhe:
Como de costume no Festival, a chuva se fez presente neste primeiro dia de atrações. No momento do temporal, a banda The Wombats se apresentava no palco Ônix e o show precisou ser interrompido.
Para a segurança de todos, os organizadores do evento pediram para que o público se afastasse das grades e do piso de plástico por, pelo menos, meia hora ou até a chuva cessar. Uma estrutura do evento chegou a cair sob uma menina, que precisou levar pontos por causa do incidente. Após 30 minutos de chuva, os shows foram retomados.
Estreante no Lollapalooza, Matuê mostrou a que veio durante sua apresentação no palco Adidas. Com clima de headliner, o público acompanhou o artista, em coro, em canções como “Mantém”, “Banco” e “Quer Voar”. O artista aproveitou o grande público para deixar vários trechos a serem cantados com a ajuda da plateia. Ótimo show para uma plateia bem engajada com a proposta apresentada pelo artista.
Com o show I AM PABLLO, a drag queen Pabllo Vittar trouxe um apresentação recheada de hits, dançarinos e muita presença de palco. A cantora reuniu os principais sucessos de seus últimos álbuns de estúdio, que incluiu “Zap Zum”, “A Lua” e “Amor de Quenga”, além de parcerias de sucesso como “Flashpose”, com Charli XCX, “Fun Tonight”, com Lady Gaga e “Na Sua Cara”, com Anitta. Honrando as raízes latinoamericanas, Pabllo entregou uma performance molhada – literalmente – de “Salvaje” e “Tímida”.
Além de levar a representatividade LGBTQIA+ para os palcos, a cantora falou sobre as regiões Norte e Nordeste e carregou uma bandeira do candidato à presidência Luis Inácio Lula da Silva. Ao final, ela reforçou sua posição política com um “Fora Bolsonaro”.
Assim como Pabllo Vittar, a Banda Detonautas puxou um “Fora Bolsonaro”. Entretanto, o que ninguém esperava era que artistas internacionais como Marina e The Strokes também entrassem na onda das manifestações.
A britânica Marina incendiou a plateia do palco Ônix ao puxar um “Fuck Bolsonaro“. O presidente do Brasil, no entanto, não foi o único alvo dos protestos da cantora. Marina também se mostrou contrária ao presidente russo Vladimir Putin. “F*… Putin, f*… Bolsonaro. Estamos cansados dessa energia. Vocês são a nova geração e as coisas vão mudar. Eu tenho orgulho de vocês serem meus fãs”, declarou.
No caso de The Strokes, a manifestação veio do baterista Fabrizio Moretti, brasileiro, que timidamente falou: “fora Bolsonaro”.
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Ao som da plateia cantando “Freio da Blazer”, L7NNON se juntou a Jack Harlow no Palco Adidas e fez questão de destacar a humildade do rapper. “Desde o primeiro dia que eu conheci esse cara aqui, ele me tratou com a maior humildade do mundo”, disse L7NNON, que fez questão também de homenagear Anitta.
O rapper norte-americano, inclusive, surpreendeu e foi ovacionado pela plateia ao demostrar sua admiração pelo Brasil. Com uma bandeira do Brasil amarrada ao pescoço, Jack Harlow abriu a apresentação com nada menos que a narração de um gol do Ronaldinho Gaúcho, pelas palavra de Galvão Bueno. Já pode se naturalizar brasileiro, não é?






