O live-action de "Lilo & Stitch", lançado na última quinta-feira (22), chegou aos cinemas com...

O live-action de “Lilo & Stitch“, lançado na última quinta-feira (22), chegou aos cinemas com a missão de conquistar tanto os fãs nostálgicos quanto uma nova geração. A adaptação da clássica animação de 2002 dividiu opiniões entre críticos brasileiros e internacionais, gerando debates sobre fidelidade ao original, escolhas narrativas e a eficácia da transição para o formato live-action.
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Enquanto alguns elogiam a ambientação havaiana e o carisma dos personagens, outros apontam que a profundidade emocional e a mensagem sobre “ohana” — ou família — ficaram comprometidas. A crítica Lilo & Stitch expõe um dilema: até onde se pode alterar uma história querida sem perder sua essência?
Com isso, reunimos abaixo os principais elogios e críticas, tanto do Brasil quanto dos Estados Unidos, para entender como o remake de Lilo & Stitch está sendo recebido pela imprensa. Confira!
Antes de seguir, vale lembrar: este texto contém spoilers!
O filme adapta a animação clássica da Walt Disney Studios, com uma nova abordagem em imagem real. A sinopse oficial diz: “Chega a nova versão de imagem real do clássico de animação da Disney de 2002, ‘Lilo & Stitch’. A divertidíssima e emocionante história de uma solitária menina havaiana e um extraterrestre fugitivo que a ajuda a restabelecer a sua família destroçada”.
O elenco do longa-metragem apresenta Maia Kealoha como Lilo Pelekai, uma menina havaiana órfã apaixonada por hula, surfe e animais selvagens; enquanto Chris Sanders é a voz original de Stitch, um experimento genético alienígena semelhante a um coala azul.
Sydney Elizebeth Agudong interpreta Nani Pelekai; Zach Galifianakis, o Dr. Jumba Jookiba; Kaipo Dudoit é David Kawena; Billy Magnussen, o Agente Pleakley; e Tia Carrere aparece como a Sra. Kekoa. O elenco ainda conta com Courtney B. Vance, Hannah Waddingham, Jason Scott Lee e Amy Hill.
A nova versão é dirigida por Dean Fleischer Camp, indicado ao Oscar por “Marcel the Shell with Shoes On”. O roteiro é assinado por Chris Kekaniokalani Bright e Mike Van Waes.
No Brasil, a recepção tem sido relativamente positiva. O Omelete classificou o filme como um dos raros acertos da Disney em adaptações live-action, destacando o carisma de Maia Kealoha como Lilo e o equilíbrio entre humor e emoção. (Leia a crítica completa aqui).
O CinePOP também aprovou o longa, considerando-o uma das melhores adaptações live-action da Disney por preservar a essência da animação ao mesmo tempo em que atualiza o filme para novos tempos. (Leia a crítica completa aqui)
Já o Notícias da TV trouxe um contraponto mais crítico, chamando o filme de “mais um remake esquecível” e apontando superficialidade nas interações entre Lilo e Stitch em comparação com o impacto emocional do original. (Leia a crítica completa aqui)
Na imprensa internacional, as opiniões foram ainda mais divididas. A Entertainment Weekly elogiou a adaptação como “encantadora e sincera”, destacando a ambientação havaiana e o talento do elenco jovem. (Leia a crítica completa aqui)
Por outro lado, o Washington Post criticou a perda de densidade narrativa e a ausência de subtextos sociais do original, como questões sobre colonialismo e trauma. Para o jornal, o remake é visualmente fiel, mas emocionalmente raso. (Leia a crítica completa aqui)
A crítica mais dura veio da Vulture, que chamou o filme de “uma cópia sem alma” e criticou o ritmo ritmo apressado da narrativa, afirmando que o live-action perde o charme introspectivo da animação de 2002. (Leia a crítica completa aqui)
O maior ponto de discórdia foi uma mudança no roteiro: no novo final, Nani decide deixar Lilo com uma vizinha para cursar a faculdade. Muitos viram isso como um enfraquecimento da mensagem central sobre família, tão importante na animação original.
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