Headliner do palco The One, Luísa Sonza está nos ajustes finais do seu show para...

Headliner do palco The One, Luísa Sonza está nos ajustes finais do seu show para o The Town, que acontece no dia 12 de setembro em Interlagos. A cantora, que esteve na primeira edição do festival e surpreendeu o público ao cantar ao lado de Demi Lovato a colaboração “Penhasco2”, agora planeja um repertório que transita por todas as suas eras e, mais uma vez, uma estrutura de palco impactante.
Faltando menos de um mês para subir ao palco do evento, Luísa Sonza conversou com o Tracklist sobre o que podemos esperar desse show e quais são os planos para o futuro, após finalizar a era do seu último álbum “Escândalo Íntimo“.
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Você basicamente fechou a última era na turnê pelos EUA. Mas e aqui no Brasil, o show no the town é o último do escândalo íntimo ou já podemos esperar um spoiler da próxima era?
O Escândalo Íntimo já teve a despedida oficial aqui e nos Estados Unidos. O The Town é outra coisa. Não é o fim de uma era, nem o começo de outra, é um show à parte. Uma experiência única, pensada só pra esse momento. Acho que a galera vai gostar muito.
A Demi te convidou pra se apresentar no Rock in Rio. A gente pode esperar uma performance surpresa de “What We Are”?
A gente já teve uma performance surpresa de What We Are com o Joe Jonas em NY. Foi incrível!! Pro The Town a gente tá preparando algumas coisas também mas ainda não posso dizer.
Você planeja trazer grandes cenários pro palco? Nos seus últimos shows em festivais, você sempre traz grandes estruturas né. O que a gente pode esperar?
Sempre! Eu amo transformar o palco em um lugar onde tudo é possível. No The Town não vai ser diferente. Eu gosto de marcar presença com tudo: luz, som, corpo, alma. Podem esperar um show visualmente forte porque a gente tá preparando algo muito especial.
Você vai trazer mais músicas do último álbum ou vai fazer um apanhado da sua carreira inteira?
Vai ser um passeio livre. Não tô presa a nenhum formato dessa vez. Quero que quem esteja lá sinta o que é viver aquele momento comigo, independente da fase, do álbum ou do hit. Não é sobre promover algo, é sobre estar ali.
O The Town é um festival gigante. Você sente alguma pressão ou emoção especial em se apresentar nesse tipo de evento?
Sempre tem emoção, sempre tem frio na barriga e eu uso isso pra transformar em entrega, sabe. Estar no The Town é muito simbólico pra mim porque é mais um espaço que a música brasileira – e eu, como artista mulher brasileira – ocupa com força. Então não é pressão, é potência.
Você disse pra Billboard que o show no rock in rio em 2024 era o maior da sua vida. O que podemos esperar do The Town? Qual marco ele traz pra vc?
O Rock in Rio foi histórico, foi um divisor de águas. Mas o The Town vem com outro tipo de peso. Ele representa um momento de maturidade, de saber exatamente quem eu sou no palco. É a liberdade de criar algo só meu, sem rótulo, só entrega.
E depois do The Town, o que você já tem em mente?
O que posso dizer é que tem coisa vindo. Passei um tempo nos Estados Unidos preparando o novo álbum. Tô criando, tô vivendo, tô escrevendo. Mas agora, o foco é o The Town. Depois a gente conversa sobre o que vem. Ou talvez vocês sintam antes mesmo que eu diga.
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