Artista tocou no festival no dia 26 de setembro, no Rio de Janeiro

Em sua terceira edição, o Festival Doce Maravilha contou com um toque badalado ao confirmar o set da DJ Brunetta junto às apresentações de artistas como Liniker, Ney Matogrosso e Baianasystem.
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A festa, que ocorreu nos dias 26, 27 e 28 de setembro, no Jockey, no Rio de Janeiro, trouxe à tona a nem tão distante nostalgia dos anos 2000 em seu primeiro dia de shows.
Em entrevista ao Tracklist, a artista compartilhou a sensação de resgatar a nostalgia dos anos 2000 no palco do festival, além da emoção de dividir o cenário com uma das bandas que mais marcou sua vida, o Forfun. Ela se apresentou no mesmo dia do show de retorno dos cantores.
Confira abaixo entrevista com a DJ!
Como foi estar no line-up do Doce Maravilha pela primeira vez, especialmente ao lado de nomes tão marcantes da música brasileira?
Foi surreal! O Doce Maravilha sempre teve essa energia única de celebrar a nossa música, e estar ali pela primeira vez, dividindo o line com artistas que fizeram parte da minha formação musical, foi muito especial. É aquele tipo de momento em que você olha pro lado e pensa “caramba, tô realmente aqui!”
O festival trouxe uma forte nostalgia dos anos 2000. O que mais te marcou nesse clima tanto do público quanto da produção?
A vibe nostálgica era quase palpável! Parecia que todo mundo estava ali pra reviver um pedacinho da adolescência! Foi incrível ver como essa época ainda desperta tanta emoção, e acho que essa conexão é o que fez ser mais especial ainda
Você comentou que o show do Forfun tem um significado pessoal pra você. Como foi dividir o mesmo dia com uma banda tão importante na sua trajetória?
Foi emocionante!! O Forfun marcou muito a minha adolescência. Eu cresci ouvindo e me inspirando neles. Então dividir o mesmo dia de festival foi meio que fechar um ciclo e abrir outro mas agora no palco.
Que momento do seu set no Doce Maravilha você acha que mais conectou com o público? Alguma música ou remix teve uma resposta especial?
Esse set foi marcante por muitos motivos mas sem duvidas tocar com a Gabi homenageando a Vambora foi epico! A energia entre a gente estava surreal
O festival é conhecido por celebrar diversidade e memória afetiva. De que forma você tenta traduzir esses elementos no seu trabalho como DJ?
Meu trabalho é muito sobre criar pontes entre gêneros, gerações e emoções. Misturo sons que marcaram a vida de muita gente com batidas atuais, sempre com a intenção de despertar memórias, mas também de apresentar algo novo. A diversidade tá no meu set, nas minhas referências e no público que me acompanha
Você mistura hits atuais com sons dos anos 2000. Como encontra o equilíbrio entre o retrô e o contemporâneo nos seus sets?
Pra mim, o segredo tá em respeitar o feeling das duas eras. Eu amo pegar uma melodia ou vocal clássico dos anos 2000 e dar uma roupagem nova, mais dançante, mais “agora”. É uma forma de atualizar a nostalgia, sem perder a essência.
Quais artistas ou bandas dos anos 2000 mais inspiram o seu som atual?
Avicii, Calvin Harris do início da carreira, Britney Spears, Backstreet Boys, Nsync… e claro, o pop-rock nacional daquela época: CPM 22, Detonautas, Forfun, Dibob… Essa mistura de emoção e energia me inspira até hoje.
Você já pode adiantar o que vem por aí depois do Doce Maravilha? Algum lançamento, collab ou turnê à vista?
Sim! Tenho varios lançamentos de mashups vindo aí! Tenho trabalhado bem meus remixes nas redes sociais pra trazer cada vez mais visibilidade pra esse lado e tem dado super certo!
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